A cada ano que passa está se
vendo a educação brasileira menos pública, menos democrática e menos humana.
Onde os conservadores querem chegar?
Em muitos casos de escola a
educação não avança para um sistema burguês da liberdade – igualdade –
fraternidade. Ainda se escolhe quem vai ser o “rei” e continua-se a prática
tradicional de escola impossibilitando qualquer possibilidade de uma educação
libertadora do tipo de Paulo Freire em que se tem o dialogo como caminho de uma
práxis da dialógica.
Neste contesto de poder
simbólico de Bourdieu e o conceito de capital cultural que diferencia os
estudantes conforme sua sociabilidade na sociedade. O que está acontecendo que não
estamos fazendo nada, foi o adestramento que a escola tradicional condicionou
vidas?
A primeira questão é se o
que reproduzimos nas escolas é educação de fato, parece muito mais com uma
tradição dogmática da disciplina, respeitar a regra, aprender a respeitar a
autoridade o que Giddens chama de currículo oculto.
A instituição escola tem o
poder de oficializar quais indivíduos sabem e quem não sabe. A escola é pública
na realidade é e não o é, pois pública é atender 'o público', público neste caso parece ser estatal, mas neste sentido de
estatal está deixando de o ser.
Com o advento da
terceirização a educação possibilita-se o objetivo de se obter lucro com a
merenda, segurança e se tem desejo em ampliar esse leque de oportunidade para o
capital.
A educação brasileira pode
se dizer de modo geral que em sua organização política escolar ainda é um feudo e ou algo semelhante.
Os conselhos deliberativos não são conselhos e a gestão da escola é
centralizada na mão de um.
E por fim neste diagnóstico
negativo de des educação, desestatização, des democratização e em consequência
a principal questão que são as pessoas temos a desumanização do ser humano.
A modernidade nos trouxe as
máquinas e temos o ter humano que vive só para o econômico relegando a ciência
humana em especial antropologia, a sociologia e a teoria política como
possibilidade de vivermos melhor em sociedade.
Em tempo de informatização, internet, redes sociais, as pessoas são pobres e sua pobreza é alimentada pelo egoísmo da elite que não deseja a emancipação:
"Seria uma atitude muito ingênua esperar que as classes dominantes desenvolvessem uma forma de educação que permitisse às classes dominadas perceberem as injustiças sociais de forma crítica ..." Paulo Freire
O FÚNIL DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA
http://movimentooperarioestudantil.blogspot.com.br/2014/01/o-funil-da-educacao-brasileira.html
Em tempo de informatização, internet, redes sociais, as pessoas são pobres e sua pobreza é alimentada pelo egoísmo da elite que não deseja a emancipação:
"Seria uma atitude muito ingênua esperar que as classes dominantes desenvolvessem uma forma de educação que permitisse às classes dominadas perceberem as injustiças sociais de forma crítica ..." Paulo Freire
O FÚNIL DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA
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