domingo, 14 de abril de 2013

MOVIMENTO: Por um SINTE de Santa Catarina de luta pela classe!




Fonte da imagem: http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/noticia/2011/07/professores-definem-rumos-do-movimento-grevista-apos-aprovacao-do-plc-026-na-alesc-3389972.html

No dia 25 de abril tem assembleia em Florianópolis, todos participando para organizar-se regionalmente.



Estamos montando chapa de oposição de verdade no SINTE-SC. As inscrição dia 10 de maio e a eleição 25 e 26 de junho, (precisa de 14 pessoal na chapa regional e 40 na estadual).



Quem não for filiado poderá fazer filiação retroativa desde janeiro de 2013 e habilita a participar de chapa, para vota precisa 1 mês antes estar filiado (a)


MOVIMENTO AUTONOMIA OPOSIÇÃO AO SINTE - SC

Por um SINTE de Santa Catarina de luta pela classe!

     Observando a categoria da SAÚDE de SC obteve avanços que os profissionais da educação não obtiveram mesmo que com quase 100% dos professores em Greve.

     Infelizmente a CUT e CONLUTAS do PT e PSTU em seus acordos para se manterem no poder do sindicato, deixaram as lutas dos trabalhadores da educação em segundo plano e colocaram uma greve histórica fracassada em 2011.

     O PSD é base do governo Dilma, PT e não querem que o sindicato avance nos direitos dos trabalhadores da educação. Toda essa situação da greve de 2011 em que a maioria dos cutistas e conlutistas colaboram ainda mais na descrença no SINTE-SC.

O que fazer então¿

Organizar uma oposição a tudo que está ai!

·         Construir um sindicato independente;
 
·    autônomo apartidário;

·         Com desafio de levantar a categoria;

·         Para um SINTE-SC de mobilização pelas lutas;

·         Que reflita com as bases da categoria;

·         Antecipar os trabalhadores profissionais ;

·         Organização da classe trabalhadora.

 

     Trabalhadores (as) da educação este ano é importante para a nossa categoria profissional Trabalhadores da educação. Estamos com três dias de GREVE 23, 24 e 25 de abril em Brasília que é para ir somente dois de Blumenau para fazer turismo¿

Agendas de luta e organização:
1-Em Blumenau dia 23 de abril fazer ato contra a SDR, abaixo assinados para fechar aquele elefante branco que é um desperdício dos recursos financeiros do Estado.
2-Em Florianópolis dia 25 tem assembleia. Teremos informes sobre a eleição para a diretoria do SINTE -SC  e o Congresso do SINTE - SC.
3-É importante neste momento filiar no sindicato para poder votar e participar em chapas em oposição a tudo que está ai!
 



Explicando o MOVIMENTO:
 
Em reunião no sábado dia 13 de abril foi muito importante e até histórica, em que se resolve fazer uma oposição de verdade a diretoria do SINTE-SC.
O MOVIMENTO  que está deixando de apoiar a CHAPA AÇÃO E LUTA,  para construir uma alternativa que por hora é para construir a longo prazo de maneira pedagógica quais são as lutas da categoria.
 
Estamos dispostos de fato a fazer oposição aos 30 anos de aparelhamento do PT e partidarização por parte do PSTU.
 
Sabemos que nosso inimigo é o PT, mas o PSTU vem recebendo ajuda financeira e colabora para os cutistas decidirem a linha do SINTE.
 
As intervenções em assembleias está mais voltadas para pequenas questões, mas os acordos e decisões são feitos no conselho a portas fechadas. Ficando claro o aparelhamento
do sindicato por parte do PT, PCdoB e PSTU.
O caso mais grave foi a desmobilização feita pelos cutistas em 2011, colocando o SINTE - SC,  em uma fragilização ao ponto de o governo assumir o pacote contra o magistério. Mas o PT e o PCdoB na assembleia fazer demagogia que votou contra, Soares até tentou ganhar tempo pedindo vistas, mas foi negado e agora o PT votou no relator contra os direitos dos profissionais da educação para presidente da assembleia legislativa e mostra que o PSD é base de Dilma, PT.
 
O descontentamento da categoria profissional dos trabalhadores da educação é um dos grandes motivos que nos levam a acreditar em uma mudança.
Neste momento estamos organizando a categoria em torno de uma chapa estadual com 40 nomes e chapas regionais que forem possível construir acreditamos que cerca de 15 regionais.

 
 
 
 
 

 

terça-feira, 9 de abril de 2013

Acordo Coletivo Especial - ACE


Por Hugo Voigt

                    O Acordo Coletivo Especial ACE pretende gerar uma maior flexibilização dos direitos trabalhistas, falta explicações sobre o acordo de quais direitos seriam flexibilizados, nos EUA após a aprovação de um acordo semelhante às empresas em crise podem aumentar a jornada de trabalho ou reduzir salários sem comunicar seus funcionários e sindicatos.

                    Este acordo coletivo não entra profundamente em questões debatidas hoje pelos sindicatos como a cobrança universal da taxa sindical, muitos trabalhadores alegam não utilizarem os serviços oferecidos pelo sindicato e terem de pagar pelos mesmos.

                   Outra questão que escapa do governo e seus projetos de lei trabalhistas são os sindicatos fantasmas, que apenas funcionam como cabides de empregos ou para inchar centrais sindicais, muitos destes sindicatos representam categorias que a própria CLT não reconhecem como reais dos trabalhadores, estes mesmos sobrevivem apenas do repasse feito pelo ministério do trabalho.

                    O ACE em sua cartilha cita que apenas empresas com real participação sindical poderá participar das negociações, esbaramos em uma grave falha, pois em um ambiente de trabalho onde o funcionário já sofre diversas formas de coação pelo seu patrão aparecera mais uma a de não se sindicalizar desta forma acabar por esvaziar os movimentos sindicais retirando o trabalhador das assembleias e de suas lutas.

                   Outro grave problema se apresenta quando é citada a revogação geral das leis trabalhistas atuais e a aplicação de métodos de regulamentação de acordo com a região onde o trabalhador se encontra, no estado do Para as leis atuais não garantem nem o fim da escravidão como este novo acordo fala em organizar o trabalho de acordo com a região de uma forma estará regulamentando o trabalho escravo, como resolver esta questão?

                  Outro ponto colocado será a não intervenção do estado nas decisões dos sindicatos então poderíamos demitir todo o Ministério do Trabalho, pois se ele não poderá interferir em decisões sindicais para que ele servirá? Para ser apenas mais um cabide de emprego outro ministério sem real utilidade apenas para dividir entre partidos amigos em nome de uma boa governabilidade.

                Também se coloca um ponto que poderia ser positivo, representações sindicais dentro das fabricas, ótima ideia, mas você colocaria uma pessoa que não fosse de sua confiança dentro de sua casa? A Resposta é obvia não, este ponto levaria apenas a um maior numero de chapas ligadas a patronal o que retiraria o sindicato de suas reais funções.

                Breve explicação do Acordo Coletivo Especial e seus pontos colocados como vantagens aos trabalhadores, a única saída para os trabalhadores e o fortalecimento da CLT do Ministério do Trabalho e dos sindicatos, a ampla participação nas assembleias dos trabalhadores para impedir que aproveitadores se utilizem do sindicato apenas como plataforma para seus interesses particulares ou partidários o que pode resultar em uma rápida solução para os conflitos entre patronal e a classe trabalhadora, rápida e desvantajosa para os operários, ou longa e sofrida, dependendo do momento que aquele partido ou pessoa considera ser mais vantajosa.