sábado, 21 de setembro de 2013

Uma bandeira de 58 mil, corte do tamarindo de 123 anos

 
REPÚDIO AO CORTE DA ÁRVORE DE 123 ANOS!

REPÚDIO AO USO INDEVIDO DOS DINHEIRO PÚBLICO


Uma bandeira de 58 mil, corte do tamarindo de 123 anos, qual será o próximo feito? Será que é a licitação da lombadas eletrônicas que eles dizem que a prefeitura não pode gastar dois mil reais para alugar lombadas eletrônicas.
Privatizar por que? Terceirizar por que? Todos sabemos que muitas práticas existem e se inventa uma desculpa para tudo.
Minha opinião o SETERB  deve comprar as lombadas eletrônicas, de imediato não precisaria comprar todas as lombadas, assim que entrasse no caixa do SETERB o dinheiro necessário se compra todas as 90 lombadas e 115 fotossensores de sinaleira propostos.
O TCE tem toda razão em não concordar em fazer licitações ou pregões viciados em que privilegie empresas privadas.


Reportagem sobre o tema lombadas e fotossensores de sinaleira

Blumenau suspende plano de instalar 90 lombadas eletrônicas e 115 fotossensores em sinaleiras

Decisão foi tomada porque município não teve segurança jurídica na licitação

Cristian Weiss  |  cristian.weiss@santa.com.br
Ausentes das ruas de Blumenau desde 2010, as lombadas eletrônicas e fotossensores nos semáforos não têm data para voltar a funcionar. Após apresentar no mês passado um novo modelo do edital de contratação dos serviços ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), técnicos do Seterb, da Procuradoria Geral do Município e da Comissão de Licitações optaram por paralisar o processo e não abrir a licitação. A justificativa é de que o texto do edital poderia ser contestado juridicamente, seja pelo Ministério Público ou pelo próprio Tribunal de Contas.

O edital elaborado pela prefeitura abrangeria 90 lombadas, 115 fotossensores de sinaleira, um radar estático e dois equipamentos de fotoblitz. Presidente do Seterb, Rudolf Clebsch justifica que, antes de ir ao TCE, o órgão analisou mais de 5 mil páginas de editais elaborados por outros municípios. A análise serviu para que o Seterb pudesse tentar produzir um novo edital. Mesmo assim, o TCE não teria avalizado o modelo apresentado.

Segundo Detran, 40 mil veículos irregulares circulam em Blumenau
O Tribunal de Contas investiga há dois anos irregularidades em pelo menos 29 cidades do Estado nos processos de contratação dos serviços de fiscalização eletrônica. Como alternativa emergencial, o Seterb deve lançar a partir de agosto o pregão para pôr em funcionamento o fotoblitz nas operações da Guarda até o final do ano.

Os pontos ainda em discussão no edital estão relacionados principalmente à descrição das exigências técnicas para as empresas interessadas na instalação dos equipamentos. Segundo o tribunal, elas não podem ser tão restritivas porque limitam a concorrência pública. A intenção do Seterb é elaborar um novo edital de concorrência pelo menor preço, que contemple lombada, avanço de sinal, e radar. Mas o lançamento da licitação só deve ocorrer ano que vem.

Segundo levantamento do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), cerca de 40 mil veículos que circulam em Blumenau estão com o licenciamento e o seguro obrigatório vencidos.

O Santa entrou em contato ontem com o Tribunal de Contas do Estado, mas, até o fechamento da edição, a assessoria do órgão não havia se posicionado sobre as alegações da prefeitura de Blumenau.

CRÍTICA

A crise e o Brasil  Desde a eclosão da atual crise do capitalismo, os analistas oficiais da burguesia, no Brasil, incluindo aí evidentemente os governistas, buscam passar uma mensagem tranquilizadora. Inicialmente, tentaram vender a idéia de que a crise nos atingiria levemente. Depois, foram obrigados a se corrigir, mas, ainda assim, tentam agora nos convencer de que o pior já passou e que já há sinais de recuperação. É claro que, quando estes senhores falam da crise e do Brasil, por Brasil entendem eles, os interesses dominantes, da grande burguesia. E é verdade que, para este segmento, as coisas não estão tão ruins assim. Seus lucros estão garantidos, não lhes falta ajuda governamental e não há indícios de que essa situação vá se alterar no curto prazo. Todavia, se por Brasil entendemos a grande maioria do povo, o proletariado e demais setores explorados, então a coisa muda de figura. Para nós que já vivíamos em crise permanente, com salários baixos e sendo cada vez mais diminuídos, ou sem salários, segurando a barra com as bolsas governamentais, ou fazendo empréstimos a juros aviltantes; para este Brasil, a coisa já estava feia e com tendência a piorar. Na sequência, buscamos compreender um pouco mais os impactos da atual crise do capitalismo para a maioria do povo.  
O desemprego se mantém Na campanha de 2002, Lula prometeu recuperar os 10 milhões de empregos eliminados no governo FHC. No primeiro mandato, a promessa não foi cumprida, ficando para o segundo. No informativo “Em questão”, nº. 863, de 07 de agosto, que é editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, afirma-se que “entre 2003 e 2008, o número de empregos gerados foi de 10,7 milhões”. Por estes números, poderíamos imaginar que boa parte do problema estaria resolvido. Infelizmente, as coisas não são bem assim. Antes de mais nada, é preciso considerar também aqueles que perderam o emprego nesse período. Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese, afirma no jornal “Le Monde Diplomatique Brasil”, número 25: “No Brasil, entre dezembro e janeiro foram eliminados cerca de 756 mil postos de trabalho formal em todo o país. De fevereiro a maio os resultados passaram a ser positivos, foram criados em torno de 281 mil novos postos de trabalho(...)”. Dessa forma temos, aproximadamente, 465 mil desempregados a mais no país, de dezembro de 2008 até agosto de 2009. Outro problema que o discurso oficial não coloca é o fato de que todo ano, pelo menos 1 milhão de jovens entra em idade de trabalhar, e não estão encontrando empregos adequados. “A taxa de desemprego entre jovens no Brasil é 3,2 vezes superior à registrada entre adultos”, apontou o relatório “Trabalho Decente e Juventude no Brasil”, organizado pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) em parceria com o Conselho Nacional de Juventude. Esse estudo, divulgado em 2 de julho, utilizou dados do IBGE de 2006, atualizados em 2008, e tem como público-alvo as pessoas com idade entre 15 e 24 anos. Tudo isso foi agravado ainda mais pela atual crise capitalista. A crise não é, evidentemente, culpa de Lula ou de qualquer outro governante, individualmente falando. No entanto, a atitude deste ou daquele governante diante dos efeitos da crise revela de que lado ele está na luta de classes. Pois bem, o que fizeram Lula e Serra, por exemplo, com relação aos estragos provocados pela crise capitalista? Lula e Serra gastaram 8 bilhões de reais dos cofres públicos para socorrer as montadoras, sendo que estas mesmas montadoras enviaram 4,8 bilhões de dólares para o exterior em 2008. E nem sequer pediram que fosse mantido o nível de emprego, ou seja, as montadoras ganharam essa ajuda e continuam demitindo tranquilamente.  
“E o salário, oh!”  Os salários no Brasil continuam em queda livre. Claro que nós não estamos falando dos salários de uma pequena minoria de privilegiados, que servem à manutenção das coisas como estão, como é o caso dos salários dos altos funcionários das grandes empresas, dos salários dos altos funcionários dos poderes executivo, legislativo, judiciário e das forças armadas. Esse pessoal tem meios para conseguir gordos salários e conseguem aumentá-los sempre que desejam.  No entanto, os salários da grande maioria do povo, trabalhadores urbanos e rurais, o grosso do funcionalismo público, esses salários estão arrochadíssimos. Como resultado dessa sistemática política de arrocho, que vem desde o regime militar, a massa salarial no Brasil vai diminuindo. A participação dos salários no PIB – Produto Interno Bruto – era de 50% nos anos 50. Em 2003 representava 39,8% do PIB, caindo para 39,1% em 2007. Os jornais de sexta-feira, 28/06/09, publicaram estudos que revelam nova queda da massa salarial. Dados do Ministério do Trabalho nos mostram que, entre os 40 milhões de assalariados do país, 67% ganham até 2 salários mínimos.    Rebaixamento da qualidade do emprego Se o quadro anteriormente esboçado já é triste para os trabalhadores, o problema é que o pior ainda está por vir. Isso porque, como vimos, a burguesia está superando a sua crise com generosa ajuda governamental. E a superação da crise pela burguesia implica que, para manter o patamar das taxas de lucro que persegue, a burguesia aumentará ainda mais o nível de exploração sobre o proletariado. Essas medidas estão piorando as condições, que já são precárias para os trabalhadores. Não esqueçamos que a PEA- População Economicamente Ativa – brasileira atual é de 90 milhões de pessoas, das quais apenas 40 milhões tem carteira assinada. Milhões de operários, comerciários, trabalhadores de transporte, ambulantes e outras categorias, vivem o drama de trabalhar muito, sem descanso semanal, sem férias, sem assistência médica, e de ganhar pouco, muito pouco. Os jovens que se preparam para tentar uma vaga no mercado de trabalho nos próximos anos encontrarão essa dura realidade. A realidade dos contratos temporários, do trabalho sem direitos. E ainda terão de concorrer com milhões de adultos desempregados e aposentados, pois, como sabemos, milhões de aposentados recebem baixíssimas aposentadorias e, por isso, continuam tentando trabalhar para se manter. Diante desses dados, analistas oficiais da burguesia, que se especializaram em manipular índices para fabricar otimismo ou, pelo menos, resignação; estes senhores nos dirão que não há o que fazer, que é uma tendência mundial, que num momento como esse, “todos” temos que fazer sacrifícios, que não é hora de pedir aumento de salário, que o governo vai expandir o Bolsa Família, etc. E tudo isso, para quê? Para manter tudo como está. Os explorados conformados com sua situação e os exploradores tranquilos, confiantes de que poderão continuar sugando as energias do povo, sem que ninguém lhes aborreça com reivindicações, greves e manifestações públicas. Isso não, nada de comparar a miséria das pessoas que vivem na rua, que passam fome, que são expulsos das suas precárias moradias, com a vida luxuosa e farta de uma pequena minoria. Não, nada de dizer que essas situações são faces da mesma moeda. Que se uns estão assim é porque outros estão assado. Não, isso é luta de classes. Isso é coisa de comunista. Num quadro como esse, não é necessário ser nenhum gênio para concluir que, nos próximos anos, milhares ou mesmo milhões de brasileiros se tornarão mendigos, ou enveredarão pelo caminho do latrocínio, do tráfico de drogas ou da prostituição. A resistência revolucionária, na luta por condições de vida decentes, é o caminho que devemos seguir. Fonte: < http://pcb.org.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=142:tribuna-de-debate&catid=30:xiv-congresso&Itemid=56 > Boletim ARMA DA CRÍTICA – setembro 2009 

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Tarefa pedagógica

Tenho a minha vida como uma luta para transformar a mente das pessoas, formação necessária para que possamos melhorar o mundo em que vivemos. Se as pessoas acreditam em tudo que estão vendo, sem questionar e ou ao menos tentar entender o porque é feito tal questão e não outra? Podemos nos achar inteligentes por aprender sofrendo, essa tarefa pedagógica que é a nossa vida se poderia aprender com os erros dos outros. Escutar as experiências dos que sofreram o que estamos vivendo no dia a dia do tipo uma bandeira de 58 mil.
O que conseguimos ver é tão pouco sobre essa realidade que nos é escondida, vou continuar lutando para que possamos compreender o que está acontecendo ao nosso redor sem medo de escrever e dizer o que penso, o que querem que pensamos.

Osni se desfilia do PSOL


NOTA PÚBLICA

 

Osni Valfredo Wagner

 

Saio do PSOL porque infelizmente não se está construindo um coletivo a Ação Popular Socialista que é majoritária manipula não aceito a manipulação, todos sabem que falo o que penso e não aceito manobras. Aprendi no movimento social a crítica construtiva, sou de um tempo em que o debate político era saudável, mas agora parece que dar a opinião é uma boa forma das pessoas nos prejudicarem com o jogo da mentira e difamação. Se utilizar da mídia como prova de algo que não é verdadeiro, quem acreditou no Jornal de Santa Catarina que Napoleão seria meu secretário¿ Falei em tom de piada que ele seria um ótimo secretário e não prefeito. Saio do PSOL, por não aceitar a politicagem, saio de um partido, mas não saio do debate político que é a forma de organização da sociedade como dizia Ruy Barbosa a política é a arte de bem governar, a politicagem, a politiquice é que estraga as coisas. O Roberto Da Mata explica que no Brasil política é ‘para inglês ver’ ou seja, é um faz de conta nos brasileiros sabemos dessas meias verdades, na realidade verdade é o que é aceito por um grupo, que são colocadas todos os dias em nossos lares. Temos as raízes portuguesas do jeitinho, da corrupção e o sabe com quem está falando¿ Faça o que digo e não faça o que faço aos amigos tudo e aos inimigos o rigor da lei, “quer conhecer uma pessoa dê poder para ela” etc.  Agradeço ao quase 3 mil votos, novos tempos poderemos construir novas ferramentas de luta,  temos que descobrir  os espaços que seja de coerência e luta, pensar qual é o melhor caminho que podemos trilhar para construir os direitos sociais: Saúde, educação, habitação, transporte coletivo de qualidade  e gratuito. Temos que construir de qualquer forma o coletivo, a todos obrigado, mas no PSOL não dá mais para participar como filiado.  Aguentei até onde foi possível, nunca me iludi com o espaço do partido, temos que estar realistas de que é um espaço burocrático falido e sem muitas possibilidades de mudanças o povo unido é que fará a transformação da sociedade.

domingo, 15 de setembro de 2013

CRIAR PODER POPULAR

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O seguinte artigo foi redigido originalmente para uma edição da revista anarco-comunista chilena Hombre y Sociedad especial para os 30 anos do Golpe de Estado e a inauguração da ditadura de Pinochet. Esta edição, por uma série de razões, nunca apareceu e o artigo não foi utilizado, salvo como base para redigir um documento do Congresso de Unificação Anarco-Comunista no qual foi distribuido nas manifestações do mesmo (2003). O reproduzimos nesta ocasião, pois acreditamos que nunca se pode insistir o suficiente na necessidade de aprendadecom as dolorosas lições que nos deixa a ditadura pinochetista e o Golpe que a levou ao poder. Hoje, a 35 anos de tão fátidico acontecimento, a urgência de seguir esta discussão se mantem.

Mais ... http://www.anarkismo.net/article/10632

MANIPULAÇÃO & CONSUMO

Os cidadãos estão sendo levadas a pensar e agir conforme os interesses do capital, essa manipulação é tão sutil que passa por despercebido pelos indivíduos em suas lógicas individualistas que contribuem para o funcionamento do sistema. As palavras são colocadas de maneira que se pense que é o único caminho, para pensarem que não tem jeito. É assim mesmo 'sempre foi assim e sempre será assim' quantas vezes escutamos essa frase?
 
“...assim, ...chega-se ao mesmo resultado execrável: o governo da imensa maioria das massas populares se faz por uma minoria privilegiada. Esta minoria, porém, dizem os marxistas, compor-se-á de operários. Sim, com certeza, de antigos operários, mas que, tão logo se tornem governantes ou representantes do povo, cessarão de ser operários e por-se-ão a observar o mundo proletário de cima do Estado; não mais representarão o povo, mas a si mesmos e suas pretensões de governá-lo. Quem duvida disso não conhece a natureza humana”

Mikhail Bakunin (1814-1876) ...
 
Acreditar no determinismo da manipulação é acreditar em fantasias, meias verdade e para estar direto as mentiras nossas de cada dia nos faz estar vendo tudo como se fossem sombras como diria Platão da antiga Grécia.
Somos manipulados para comprar de tudo e até para votar no melhor candidato que fala bonito e que tenha a melhor imagem, mas que é totalmente demagógico e todos os discursos são usados de eleição em eleição e o povo parece cada vez mais iludidos e consumindo essas meias verdades.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

4º Congresso Nacional do Partido Socialismo e Liberdade


 

Apoiar pessoas que representam as ideias do Bloco de esquerda me parece a melhor saída para o PSOL em 2014. Deixar de fazê-lo será perder o caminho da história da esquerda no Brasil, esperamos que possamos acertar já no 4º Congresso Nacional do Partido Socialismo e Liberdade em 2013. A práxis é a nossa grande força de transformação da sociedade a partir do partido, caso o partido deixe de estar sendo a ferramenta que os trabalhadores necessitam para suas lutas certamente terá que construir outra ferramenta que represente de fato o que se deseja. Partido SOCIALISMO com nome e pratica de esquerda essa é a melhor tática que precisamos construir num partido de real força de esquerda. Sem sectarismo e anacronismos, mas sim com uma clareza da necessidade de pluralidade entre anarquistas, socialistas e comunistas. Se conseguir o PSOL fazer essa tarefa tão necessária neste momento tão delicado da nossa história brasileira certamente deixaremos de cair no abismo dos partidos que não representam verdadeiramente os movimentos sociais, nem os estudantes e muito menos os trabalhadores, minorias ou qualquer tipo de causa. Apenas se utiliza do oportunismo da onda, não queremos estar sendo mais um partido que é absolvido pela burguesia, mas pelo contrário queremos servir o poder popular de uma vanguarda revolucionária. A serviço das lutas populares que vem das ruas, dos anseios da juventude, estudantes, trabalhadores por melhores condições de vida, participação, controle social e que represente como atores sociais das causas e não do interesse do capital.