sábado, 30 de novembro de 2013

SINDICALISMO BRASILEIRO: rompendo com resultado sindical, com a autonomia de anarquistas, socialistas e comunistas.



 

Osni Valfredo Wagner


1.    INTRODUÇÃO:

Este analise sobre o sindicalismo brasileiro a partir de um recorte histórico do surgimento das primeiras greves nos anos de 1920. Os sindicatos amarelos do getulismo, o golpe militar impedindo a organização política sindical por vinte anos. A partir da anistia e a redemocratização a partir de 1979 o sindicalismo combativo que se espelha no sindicato solidário surge a CUT, contrapondo a CGT, a chegada do PT no poder com Lula presidente a degeneração da CUT. Emergem novos ativismos com propósitos de autonomia sindical no Brasil e manifestações de ação direta a partir das redes sociais.

Está analise se baseia na História do sindicalismo brasileiro em que surge de ativistas anarquistas, socialistas e anarquistas dos anos de 1920, o sindicalismo amarelo do getulismo e lulismo, que buscam resultados e despolitização.

 

2.    HISTÓRIA:

A história do sindicalismo no Brasil surge com visibilidade a partir da greve geral de 1920 no inicio do século XX, existia uma diversidade cultural de maneiras de organização do movimente sindical: anarquistas, socialistas e comunistas.

A partir dos governos getulistas os sindicalistas combativos passaram a serem perseguidos, mas as lutam continuam com greves pela luta por direitos sociais, carteira assinada, férias, décimo terceiro. As reformas de base como reformam agrária, garantia uma elasticidade dos direitos sociais no Brasil.

A derrubada de ativistas do sindicalismo brasileiro no período de Getúlio Vargas faz surgir os sindicatos pelegos, em que consistia em apoiar o governo e fazer assistencialismo.

Surge a escola pública nos anos de 40 do século XX, impedindo a expansão da formação dos trabalhadores a partir das propostas dos sindicalistas anarquistas socialistas e comunistas, a pluralidade sindical com estratégias diferentes da ação direta em greves, comissões de fábrica e clandestinidade.

 

3.    CRÍTICA A CUT & CONLUTAS

Esta crítica a CUT e a CONLUTAS parte da ideia de que existe um fundamentalismo do sindicalismo brasileiro cutistas e neocutismos do conlutas, entre outros. O final do século XX surge a partir do movimento pela abertura política brasileira e a redemocratização, um sindicalismo de solidariedade contra a velha forma de fazer política sindical das centrais no país como o caso da CGT, que busca resultados imediatos.

A despolitização garante a centralidade nas ideias de interesse do governo e impedindo avanços dos interesses dos operários nas diversas categorias. O sindicato serve para amaciar as negociações entre patronal e o sindicato pelo governo que contribui para garantir o peleguismo.

 

“Este sindicalismo já foi amplamente analisado. Apontamos, a seguir, algumas características mais gerais. Trata-se de um sindicato corporativo, inspirado numa filosofia de classes, com uma estrutura verticalista, sem conciliação participação de dos trabalhadores, sustentado pelo imposto sindical, pela justiça do trabalho e por uma prática assistencialista. Este sindicalismo é qualificado de "pelego" por ter como objetivo "amenizar" o choque provocado pela luta de classes” (ZANETTI, 1993, p. 5).

 

O aparelhamento das instituições sindicais, centrais de trabalhadores no país é um retrocesso da garantia de direitos sociais das mais diversas categorias de operários em todo o país.

O cutistas se aproxima e ou iguala a política sindical de resultado, o aparelhamento das entidades sindicais do lulistas-petistas se assemelha aos amarelos pelegos getulistas dos trabalhistas.

O adento das queimadas de bandeiras vermelhas fez com que os ativistas da CONLUTAS se aproximassem da CUT.  O que parece estar acontecendo aproximação dos conlutistas com os cutistas, aos poucos irá entender essa realidade. Pistas com os desfechos da greve da GM em que o conlutistas foram protagonistas de uma grande derrota para aquela categoria.

Um novo sindicalismo está surgindo a partir dos desafios que estão colocados na ordem do dia, as instituições sindicais atuais estão defasadas. A nova possibilidade de avanço depende da organização sindical autônoma, um dos possíveis rompimentos ao peleguismo existente na atualidade do sindicalismo brasileiro.

Existe um corporativismo partidário diretamente ou indiretamente, pode se observar pelo discurso daqueles que abonam o mensalão, a unificação de centrais e indiretamente partidários da base aliada de Dilma.

A queimada da bandeira vermelha contra o governo federal, o CONLUTAS abraça na Rua a CUT entre outras centrais que recebem dinheiro do governo, caracterizando um aparelhamento das entidades sindicais.

Ficando visível a aproximação fundamentalista do CONLUTAS e a CUT, entre outras centrais sindicais brasileiras. Fundamentalismo que se origina do sistema partidário vigente no Brasil.

 

4.    NOVOS MOVIMENTOS SINDICAIS & MOVIMENTOS SOCIAIS

A perspectiva de garantia de direitos sociais no século XXI está em risco, este risco quando é percebido já é tarde na maioria das vezes. Com o advento da automação (trabalho morto) temos a substituição da mão de obra (trabalho vivo).

Analisando o sindicalismo brasileiro a partir das mobilizações a partir de junho, essas manifestações multiculturalistas nos apresentam desafios novos de analise sobre a militância social.

Novas leituras sobre a capacidade de se fazer manifestações a partir das redes sociais, observa-se que as pessoas modificam-se a si e coletivamente a partir desse batismo da rua.

O século novo que está caminhando para há segunda década, aos poucos está visível os novos desafios para o novo tempo que vivemos. A ideia de cidadania do século passado não dá conta em resolver os problemas atuais¿

A formação sindical é um dos primeiros passos para o rompimento com o sindicalismo pelego e aparelhado à tomada da consciência da situação que a classe operária vive com seus representantes em diversas categorias.

Na realidade essa fase do capitalismo de uma acumulação a partir do sistema financeiro. A crise que resulta dessa forma perversa de ‘exploração’ que é muitas vezes a especulação financeira, imobiliária etc.

As privatizações nos colocam em um senário de aumento de tarifas nas mais diversas ordens, a mais visível é a tarifa de transporte coletivo. Outras tarifas também aparecem como sendo problemáticas como água, eletricidade e esgoto, que estão cada vez mais elevados.

As manifestações no país que aconteceram a partir de junho, tiveram diversas ordens, manifestações espontâneas, ativistas sociais, partidários. Os conceitos manifestantes parecem estar mais adequados para explicar os eventos no Brasil e em outros países a partir das redes sociais.

O sentido de MOVIMENTOS SOCIAIS é um pouco mais permanente, as mobilizações de rua da forma que se intensificaram em todo o mundo. Podem se transformar em um grande movimento social, a partir da consciência dos cidadãos de sua própria relevância na participação e controle social.

Novas mobilizações somente não significa que esses eventos são manifestações de movimentos sociais propriamente ditos. Então o que se caracteriza como um movimento social? Responder essa pergunta é uma pista para se encontrar um entendimento mais adequado a cerca do que estamos falando sobre o ativismo brasileiro.

No momento de maneira preventiva classificasse como manifestações, esse debate é importante para nos orientar sobre os caminhos que estão sendo trilhados pelos ativistas e as manifestações nas mais diversas maneiras de mobilização.

 

“O que exigimos é respeito e, para isso, um debate franco é o melhor caminho que podemos trilhar. Sem ignorar nossos princípios ideológicos e as experiências históricas relevantes, nas quais cerramos fileiras com outras tradições da esquerda ou fomos traídos, o anarquismo tem um papel importante a cumprir no conjunto mais amplo do socialismo. Continuaremos a trabalhar sem sectarismo para auto-organizar a classe trabalhadora e os/as oprimidos/as, mas exigimos que tratem as bandeiras rubro-negras e o anarquismo como parte do que sempre foram, o setor libertário do socialismo” (SILVA, 2013).

Os atuais anarquistas contribuem para a organização de coletivos importantes, em ações diretas em que o institucional não consegue realizar da mesma maneira eficiente na luta por direitos sociais.

A educação não pode estar fria, sem luz e nem sem sal. Não estamos defendendo a escola tradicional, mas os tradicionais são autênticos. Assim como os progressistas tem sua autenticidade entre libertadores e libertários. O complicado são aqueles que por mais que saibam de todos os métodos não adota um, nem o da escola. É uma porcaria porque a forma de ensinar é o de improvisar sempre, não tendo plano e o projeto político pedagógico da escola é só uma teoria desprendida da prática escolar.

Defender de imediato a escola libertadora, mas em longo prazo pensar a escola libertaria. A libertadora parte da metodologia da dialógica em que se observam os temas geradores que movem os estudantes, a metodologia libertária se pressupõe a liberdade e a construção da autonomia dos indivíduos.

5.    CONCLUSÃO:

Analisando o sindicalismo brasileiro podemos dizer que temos muito mais coisas negativas para analisar do que questões positivas. A classe operária no Brasil sofrem derrotas nos mais diversos níveis de gravidade, o que coloca a classe proletária em uma situação de fragilidade a partir da representatividade de atores sociais em instituições sindicais.

Essas instituições sindicais com os representantes pelegos, aparelhados pelo Estado brasileiro, nos níveis federal, estadual e municipal. Estado este que faz uma expansão de privatizações. Colocando em risco as políticas sociais: de saúde, educação, habitação, mobilidade urbana entre outros.

É urgente a formação de novos ativistas que partam de princípios de autonomia, organização operária. A conquista de direitos sociais é uma possibilidade que depende do rompimento com o velho método de se fazer sindicato.

As manifestações de rua que surgiram das indignações nas mais diversas maneiras de pensar. É uma nova possibilidade a partir das redes sociais, avançam como germe de novas mobilizações que emergem da consciência da necessidade da autonomia o apartidarismo político.

A ordem do dia é desde questões de garantia de emprego, a tarifa zero, manutenção de direitos e ampliação de direitos históricos que ainda não foram colocados em prática como condições de trabalho.

 

6.    BIBLIOGRAFIA:

ANTUNES, Ricardo, O que é o sindicalismo¿ Editora Brasiliense, 2003.

ZANETTI, Lorenzo, O "NOVO" NO SINDICALISMO BRASILEIRO: CARACTERISTICAS, IMPASSES E DESAFIOS. Dissertação submetida como requisito parcial para a obtenção do grau de mestre em Educação. Rio de Janeiro Fundação Getúlio Vargas Instituto de Estudos Avançados em Educação 1993.

SILVA, Rafael Viana da, Bruno Lima Rocha, Felipe Corrêa Deixemos todas as bandeiras vermelhas levantadas… Mas as bandeiras rubro-negras exigem respeito! (título original)Anarquistas respondem calunias do PSTU e pedem respeito < http://uniaocampocidadeefloresta.wordpress.com/2013/07/01/anarquistas-respondem-calunias-do-pstu-e-pedem-respeito/ > acessado em 2013.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

MANIFESTO DO PARTIDO COMUNISTA


Os partidos precisam voltar a ser ferramenta de transformação da sociedade assim como o sindicato também ser visionário enquanto classe social e representatividade dos trabalhadores, possibilitando avançar nas medidas contidas no Manifesto do Partido Comunista. 
“1- Expropriação da propriedade fundiária, nos países e emprego das suas rendas para despesas públicas;  2- imposto fortemente progressivo; 3- abolição do direito de herança; 4- confisco da propriedade de todos os emigrados e rebeldes; 5- centralização do crédito nas mãos do Estado por meio de um banco nacional com
capital do Estado e monopólio exclusivo; 6- centralização, nas mãos do Estado, de todo sistema de transportes; 7- multiplicação das fábricas nacionais e dos instrumentos de produção, cultivo das terras incultas e melhoramento das terras cultivadas, de acordo com um plano geral; 8- trabalho obrigatório para todos, organização de exércitos industriais, particularmente para a agricultura; 10- educação pública e gratuita para todas as crianças, abolição do trabalho infantil; gradativamente desaparecimento das classes.” (MARX, ENGELS, 2001,  p. 59 e 60).
 Manifest der Kommunistischen Partei.
"1 - Enteignung des Grundbesitzes und die Beschäftigung in den Ländern ihres Einkommens an den öffentlichen Ausgaben; 2 - stark progressive Steuer, 3 - Abschaffung des Erbrechts, 4 - Beschlagnahme des Eigentums aller Emigranten und Rebellen, 5 - Zentralisierung der Kredit die Hände des Staates durch eine Nationalbank mit
  Landeshauptstadt und ein exklusives Monopol, 6 - Zentralisierung in den Händen des Staates, der von allen Verkehrssystem; 7 - Multiplikation der nationalen Fabriken und Produktionsinstrumente, Kultivierung und Verbesserung der unbebauten Ackerland , nach einem allgemeinen Plan , 8 - Zwangsarbeit für alle Organisation industrieller Armeen, besonders für die Landwirtschaft; 10 - kostenlose öffentliche Bildung für alle Kinder, die Abschaffung der Kinderarbeit. allmähliche Verschwinden der Klassen "

Dessas ideologias acima que o Manifesto do Partido Comunista apresenta como concepção programática para se obter uma revolução e romper com a dominação burguesa, podemos ver que não estamos com esse propósito de imediato. A revolução é um processo lento e gradual, o que propomos como sendo para Blumenau sendo para os trabalhadores sendo as bandeiras de lutas mais voltadas as ideologias socialistas que são mais amenas no sentido reformador. No Brasil se demarca esse espaço reformador como sendo socialismo, mas que poderia ser observado como sendo social democrata em busca de um pacto entre classes sociais, emergir algo voltado para o controle social. Fazendo valer a lei de ficha limpa e o estadista que o povo espera de governantes um governo para os trabalhadores, priorizando Saúde, Educação, Habitação Vertical, Mobilidade Urbana, Meio Ambiente, Segurança, Espaços de Multiuso e Trabalho e Renda. Os eleitores elegendo os candidatos da Frente de esquerda estarão possibilitando o fim dos desperdícios dos recursos estatais locais.     
Bibliografias:  
MARX, ENGELS, Manifesto do Partido Comunista Editora Anita Garibaldi, São Paulo, 2001.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

DESNATURALIZAR & ESTRANHAR

Foto: Jaime Batista da Silva.



A solução dos problemas da sociedade civil que vivemos depende das pessoas, os indivíduos podem fazer muita coisa, mas sem soma de dúvida que os desvios de valores e princípios dependem dos nossos lideres.

Por outro lado se acreditamos na palavra de nossos representantes está tudo bem a sociedade privilegia relações saudáveis, mas no nosso país infelizmente temos o contrário não acreditamos nos nossos representantes.

Então nossos representantes precisam demonstrar que a sociedade civil pode e deve confiar na política como algo sério. Enquanto não se tiver uma política coerente, a incoerência deverá reinar na ação prática com a demagogia de promessas.

Desnaturalizar e estranhar essa realidade são os primeiros passos para mudar a realidade, e o discurso deixando de ser algo falso, ou seja, demagogia pura. Temos que dar esse passo no pensar diferente estranhando o que é normal e natural.

O que parece ser normal e ou natural como política nem sempre significa que é natural e normal, pensar sobre o que é visto como política e o que deveria ser a política. Nos ajuda a analisar como podemos desnaturalizar e estranhar o que está sendo a política.

A anormalidade e a naturalidade das ações dos vereadores como sendo tudo do campo da política, essa visão estreita sobre a realidade da ação política, impedem os cidadãos e enxergarem o que seria melhor para a sociedade civil.

Para desnaturalizar essa realidade chamada de política é necessária um estranhamento, pois nem sempre as ações dos vereadores o são de política, dizer que todas as ações dos vereadores é política. É no mínimo um não saber o que é política, mas sem soma de dúvidas é um exagero dizer que tudo que os vereadores fazem é política.

O que as pessoas pensam em seu senso comum e o que se observa no conhecimento popular, quando se exagera então poderia dizer que na hora que um vereador defeca ele também estaria fazendo política?

Na realidade as coisas particulares de interesse privado são como as necessidades fisiológicas que devem ser feitas no toalete de maneira discreta. Já a política que uma coisa pública deve ser feita de maneira transparente, pelo menos em uma democracia deveria ser assim.

Temos que desnaturalizar as chamadas "ditaduras a cada quatro anos" onde os eleitos fazem o que querem. O Estado não pode ser uma continuação dos interesses privados como acontecem no Brasil de uma cultura do “jeitinho” da malandragem de se fazer para a elite.

Daí dá para entender o porquê o financiamento eleitoral é feito pela iniciativa privada, que tira de alguma forma oito vezes mais do que aplicaram no candidato, se o investimento é de um milhão, se retira como retorno oito milhões.

Podemos observar os superfaturamentos de obras, licitações, pregões e concessões, se tem um toma lá dá cá. Achar que essa politicagem do clientelismo, em que o eleitor é um cliente e o governo como sendo um balcão de negócios. O clientelismo trata o estado como patrimônio de quem está no poder e precisa aproveitar o máximo para garantir os interesses e vantagens de estar no controle do Estado.

Estranhar a ação prática da real política do trafico de influência como sendo a política é um engano do que é política. A verdadeira política deveria ser a organização da sociedade para o bem comum. Uma sociedade saudável é necessária que a política aconteça de maneira saudável em que os direitos dos cidadãos sejam colocados em prática.

O que deveria estar sendo como normal e natural é a organização da sociedade num todo, com saúde, educação, transporte coletivo e habitação de qualidade. Precisamos estranhar e desnaturalizar as ações dos nossos parlamentares para que possamos melhorar a política no Brasil.

sábado, 23 de novembro de 2013

PATRIA MINHA


 

 

Os verdadeiros patriotas são aqueles que defendem fazer uma limpa na corrupção no Brasil. De fato o país precisa de uma posição apartidária que possa estar acima de qualquer forma ilícita, impunidade que possa existir. Essa condição de imparcialidade se faz necessária para obter-se uma resolução dos problemas que chamamos de FICHAS SUJAS.

Quando se vê discursos ideológicos comparando governistas supondo que são socialistas parece que essa tentativa de desclassificar, aumenta ainda mais a força. Essa ideologização da crítica fica claro que não é uma questão de ética, respeito à pátria Brasil.

Os governos estão para as elites mesmo que se diga que algumas migalhas estão sendo acessadas pela população mais pobre a partir dos governos de Lula e Dilma nesse patamar se está qualificando e divulgando políticas sociais como a “bolsa família” e “minha casa minha vida”.

O bloqueio de grandes obras de infraestrutura parece que em vez de colocar em dúvida o governo, poderá ainda mais ser classificadas como sendo a polítização de ações dos poderes judiciários.

Para obter-se um verdadeiro patriotismo se faz necessário que o mesmo critério utilizado contra um governo seja utilizado contra outros. Caso não se tenha mesmo critério de condenação de corrupção em licitações, pregões, conceções etc.

Colocar a lei de FICHA LIMPA  em todas as esferas de governo já!

terça-feira, 19 de novembro de 2013

ESTUDO DO RIBEIRÃO DA VELHA CENTRAL

Fonte: http://conceitosprovocacoes.blogspot.com.br/2009/10/conceitos-provocacoes.html
Resumo: Esta pesquisa foi à primeira iniciação cientifica dos estudantes do Ensino Médio da Escola de Educação Básica Hercílio Deeke de maneira interdisciplinar com financiamento externo do FUNCITEC. O objetivo geral do projeto em nosso estudo foi focar o Ribeirão da Velha, com pesquisa aplicada, bibliográficas e documentais. As atividades dos Bolsistas foram divididas de acordo com as disciplinas envolvidas. A História Oral, Cartografia, Vazão da Água, Geografia, Flora e Fauna na Biologia, Avaliação do Nível de Preservação e Nascentes dos Contribuintes do Ribeirão da Velha foram eixos investigados. Como metodologia usou-se: a delimitação do estudo em relação ao espaço geográfico, porém sem perder a contextualização com situações semelhantes numa perspectiva mais ampla com a aplicação de questionários fechados foram investigados os temas específicos do projeto. RUA JOSÉ REUTER Vale do Bairro da Velha Central próximo ao Ribeirão Velha Central Foi local de caça e surge o Clube além de ser local de trabalho, vila religiosa e que surge a primeira Escola em 1932. RESULTADOS: O bairro da Velha está localizado ao Oeste do centro de Blumenau. Possui 21,9 Km2 de superfície. Com vegetação em algumas áreas preservadas, apresentando-se alta e ombrófila, em virtude da cobertura arbórea. Cortado pelo Ribeirão da Velha, que começa no município de Indaial, e seus afluentes: Velha Central, Ribeirão do Cego, do Gato e Córrego Jararaca. O Ribeirão da Velha já constava no mapa da Colônia Dr. Blumenau desde 1864. As terras foram compradas pelo Dr. Blumenau que posteriormente as vendeu o Gustavo Stutzer, em 1879, quando começou a ser ocupada. Até o ano de 1960 considerava-se um bairro, essencialmente residencial e com base econômica na agropecuária. A partir desta data muitas indústrias se instalaram e vários loteamentos residenciais foram criados. Este crescimento foi bastante visível após as enchentes de 1983 e 1984. São poucos trabalhos realizados com a comunidade em prol do ribeirão. Ocorre a existência de animais na Região. A seguir uma Foto de Satélite Parcial de Blumenau, englobando o Rio Itajaí-Açu e as vertentes do Ribeirão da Velha à esquerda. Não há conhecimento da legislação sobre a ocupação do solo na margem do ribeirão e a importância da mata ciliar. Conclui-se que se teve o crescimento demográfico muito forte que impactou a região, principalmente a mata ciliar. Porém a população justifica que a poluição do rio fora causado pelas indústrias. É visível a falta de planejamento urbano e respeito ao meio ambiente. Propõe-se a inserção de políticas públicas ambientais no entorno do Rio da Velha. Bibliografia: BOHR, Everson, Osní Valfredo Wagner, Almiria Beckhauser de Barros (Orientadora); Daniel André Noebauer Bolsistas: Everson Bohr e Patrícia Shapoo, Estudo do Ribeirão da Velha Central: Numa perspectiva multidisciplinar Osní Valfredo Wagner coorientador(Organizador). Escola de Educação Básica Hercílio Deeke; 15ª Gerei Programa de Iniciação Cientifica FUNCITEC (p-16) 2004. GRAHL, Orlando autorizado vinculação das fotos, Rua: José reuter 304, Bairro da Velha Central - Blumenau - SC 2009. WAGNER, Osni Valfredo, Estudo do Ribeirão da Velha em uma perpectiva interdisciplinar, Congresso Ibero Americano de educação Ambiental, 2006, Joinville-Santa Catarina, V Congresso Ibero Americano de Educação Ambiental, p- 35 n.972, 2006. Projeto: Arte, Linguagem e Mídia, Escola de Ensino Básico Hercílio Deeke; Fin. FAPESC, 2006 Aluna Bolsista: Thais Regina Galvão, André Luiz Cornetet. Osní Valfredo Wagner, (Organizador) em Coorientação Daniel André Noebauer. Resumo: Analisar a cultura cotidianamente, que influencia na aprendizagem dos Estudantes de Ensino Médio e Fundamental em seus aspectos de qualidade, ensino e aprendizagem na Escola de Educação Básica Hercílio Deeke. A partir da utilização e valorização da cultura local, regional e nacional, a partir das expressões artísticas, da memória através dos mitos populares. Uma analise a partir do estudo da arte linguagem e o social (Arte, Português, Sociologia e Metodologia de Pesquisa Cientifica). Objetivos específicos: Pesquisar as convenções e pactos culturais existentes na cultura Blumenauense, Catarinense e Brasileira que convergem para a transformação dos Modelos autoritários para modelos Progressistas culturais. No desenvolvimento do aluno na Escola Pública Estadual e Municipal. Catalogação de fotos, informações do patrimônio imaterial e material, poesias, memória pela história oral e filmes. Três alunos Bolsistas para pesquisarem os três temas desta proposta. Núcleo-1: Arte-Linguagem e o Social uma pesquisa interdisciplinar com três coorientações: Arte, Português (linguagem); e Metodologia Cientifica (social). Metodologia: Fazer a Analise Crítica numa concepção da dialética em observar a teoria e a pratica das convenções e pactos sociais contemporâneos. Cronograma: Maio 2006 até maio de 2007. Palavras Chaves: Cultura, Comunicação, Aprendizagem e Educação. Observando a história os intelectuais da semana da arte moderna de 1922 estudavam nas universidades dos paises europeus. Que a educação auto cede à arte e a arte vem antes das transformações. A nossa hipótese é de que não temos uma visão clara sobre o que a educação esta produzindo de conhecimento, arte e transformações sociais. A escola é um reprodutor da mídia em geral, como mercenários da indústria da comunicação. Existe uma contradição da forma, como é colocada a seqüência dos fatos, sem historia, causa e efeito. Uma mídia social esta comprometida com a ‘verdade’. A mídia tem o ‘poder’ de manipular as pessoas ou informa-las, educa-las. O Brasil começa a cuidar de seu patrimônio imaterial antes mesmo que a convenção da UNESCO sobre o tema entre em vigor Cultura protegida por Maysa Provedello. A edição 2004 do Relatório do desenvolvimento das Nações unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Compreensão da cultura em transformação no mundo contemporâneo. O fato de várias nações estarem preocupadas em proteger um item tão subjetivo como o patrimônio imaterial, demonstra um amadurecimento na compreensão de como as referencias culturais são cruciais para a construção das identidades nacionais Claudia Márcia Ferreira, diretora do centro Nacional de folclore, com sede no Rio de Janeiro. Lembra que num país tão grande quanto o Brasil, essa tarefa deve ser permeada pela aceitação das diversidades, uma vez que incontáveis formas de expressão compõem nosso cardápio cultural. Em dezembro de 1968, veio o golpe fatal da ditadura, com o AI-5. Houve o refluxo nas manifestações artísticas e culturais. Em contrapartida extraordinária a Rede Globo. Em 1970, com a Copa do Mundo, “pra frente Brasil salve a seleção”. Enquanto presos políticos eram torturados e assassinados nos cárceres, o Brasil inteiro hipnotizado com imagens que vinham do México. Na tela da Globo, nosso país era a imagem de uma nação cheia de harmonia e paz. Após a queda da ditadura, a Globo tornou-se cada vez mais sofisticada. Por meio das novelas, do Jornal Nacional, das minisséries e de uma programação vista diariamente por dezenas de milhões de brasileiros, a rede cria sua própria versão iconográfica do Brasil e do mundo. Divulga seus critérios de justiça e verdade. E exerce, até hoje, grande influência na vida política nacional. Desempenhou um grande papel propagandista na guerra fria das imagens travada no Brasil. (p-105, ARBEX JR, 2005). É errado ter o Brasil nas mãos de alguém, cada um deve lutar por aquilo que pensa e agir como quiser. Não é proibido ver TV, mas vela de modo diferente, sendo que opinião própria seja única e irreversível. Nós é que temos que saber o que é o certo e o errado (WAGNER, 1998). Temos a influência de varias línguas no período colonial, e a mais recente os estadunidenses. “A questão da identidade é de extrema importância para compreender os problemas da educação”. Identidade e cidadania, entretanto, não como apontadas por Ted Mitchell (1997) em sua obra histórica, citado de Witt Clinton, governador do Estado de Nova Iorque em 1822, ‘é tornar seus cidadãos virtuosos através da instrução intelectual e da disciplina moral, iluminando suas mentes, purificando seus corações e ensinando-lhes seus direitos e obrigações’ (TORRES 2001, p-199). Parece que estamos voltados para uma nova hierarquização da sociedade e ao mesmo tempo em que as tecnologias parecem ter chegado a sua máxima a automação temos sujeitado os indivíduos a escravidão selada. Fica o desafio de tornar Sujeitos elaboradores de sua própria existência social, arte e linguagem como forma da dialógica em construção do dialogo comunicativo necessário para a transformação aos padrões inerentes aos princípios de uma pedagogia da autonomia a todos os brasileiros culturalmente, como ciência de elaboração e emancipação intelectual de indivíduos cultos. Todos os negros, os índios, os pardos e para os brancos. Mulheres, portadores de necessidades especiais, crianças, melhor idade e a juventude; enfim todos mesmo de fato. “Noutro momento deste contexto me referi ao fato de não termos ainda resolvido o problema da tensão entre autoridade e liberdade. Inclinados a superar a tradição autoritária, tão presentes entre nós resvalamos para formas licenciosas de comportamento e descobrimos autoritarismos onde só houve o exercício legítimo da autoridade” (FREIRE 2003). A arte; a linguagem; e o social na busca da transformação: dos modelos; de autoritários e verticais da educação e o panoptismo. Para modelos “progressistas” mais próximos ao materialismo histórico possível; com Humildade, respeito, cooperação, solidariedade, equidade, democracia, participação. Observa-se que o ser humano tem um potencial, muitas vezes não alcançamos esses avanços necessários, por não acreditarmos em pequenos feitos, pois só conseguimos enxergar os problemas. É positivando os resultados apontando o que falta para alcançar um maior desempenho; elaboração do conhecimento; da cultura contemporânea. Formas de recuperação, aprendizado paralelo, elaborações lúdicas, participação do aluno em teatros, interpretação de música, releitura de obras de arte em geral. Realidade Social que se construiu em torno do Ribeirão da Velha já constava no mapa da Colônia Dr. Blumenau desde 1864. As terras foram compradas pelo Dr. Blumenau que posteriormente as vendeu o Gustavo Stutzer, em 1879, quando começou a ser ocupada. Até o ano de 1960 considerava-se um bairro, essencialmente residencial e com base econômica na agropecuária. A partir desta data muitas indústrias se instalaram e vários loteamentos residenciais foram criados. Tem-se conhecimento que a escola fora construída entre as duas igrejas católica e luterana por ser uma exigência do então Dr. Blumenau e foi à garantia por causa de registros. O Primeiro professor foi João Durval Müller. A cultura do isolamento é uma característica que pode ser observada até hoje na expressão dos moradores que ainda dizem que vão para Blumenau, quando saem do Bairro ao centro de Blumenau (WAGNER 2004). A realidade da Escola Estadual Hercílio Deeke esta abaixo da média nacional, na prova do ENEM os alunos do Hercílio Deeke chegaram a apenas 42,49% de acertos abaixo dos 43,85 pontos da média nacional. “O Ensino médio público aqui no Estado tem apenas 47% dos jovens matriculados. Nós estamos ainda trabalhando na questão da universalização do acesso – segundo a supervisora da Educação Básica e Profissional da Gerência Regional de Educação” Teresinha Kuehn. Significa que se for acessado toda a demanda no Público a situação ficará ainda mais precária na Escola Pública de Santa Catarina, Principalmente no Ensino Médio, é possível prever que esse índice baixo dos alunos do Ensino Médio dificilmente será superado. Fazem-se necessários projetos articulados que melhorem a Gestão Pública e de conta de fato a solucionar o Social, em todas as suas esferas da Educação: Apoio Pedagógico, logístico e materiais tanto de uso em sala e de Iniciação de Pesquisa Cientifica. Político: A Participação democrática na decisão, organização de ONGs e em Eventos em promoção da Cultura. Cultura e Econômico. A LEI DO GRÊMIO ESTUDANTIL Nº. 7.398 DE 4 DE NOVEMBRO DE 1985 A Lei do grêmio, de autoria do deputado federal Aldo Arantes, foi sancionada no dia 5 de novembro de 85. Ela garante a livre organização dos estudantes secundaristas Dispõe sobre a organização de entidades representativas dos estudantes de 1º e 2 º graus e dá outras providências Artigo 1º - Aos estudantes dos estabelecimentos de ensino de 1º e 2º graus fica assegurada a organização de grêmios estudantis como entidades autônomas representativas dos interesses dos estudantes secundaristas, com finalidades educacionais, culturais, cívicas, desportivas e sociais. Eleições para o Grêmio Estudantil 2006. Os nomes das chapas: Chapa Ados, Top Stars, União de Idéias, Força Jovem, Free Life, Chapa Côco, Movimento Revolucionário da 7a 02. “Os Chapa Ados” fizeram 395 votos por terem feito a 1a faixa, distribuíram 1000 panfletos, e mais 300 com as propostas. Dos 1700 alunos só 1054 votaram, 62% votaram e 38% não votaram e 5% de voto nulo. A segunda chapa fez duas chapas, fizeram bandeiras com o lema vote, vote, vote pra valer... É 8 na cabeça... E na urna é com você! Foi feito camisas, todo esse esforço valeu 287 votos 27,5%. A impressão que se tem da chapa 1 (chapa ados) é que utilizaram impressão e as outra não é de são mais organizada. Quais foram às promessas que foram feitas é outra linguagem que causou impressão e, aspecto dos alunos sobre determinada chapa. Referencias Bibliografias: ASSIS, de Evandro. Jornal de Santa Catarina, Geral Ensino Médio terça-feira, 21 de março de 2006 p-16e17. ARBEX JR, Jose – Guerra Fria O Estado Terrorista 2ª Ed. Reform. S.P. Moderna, 2005. FREIRE, Paulo Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa São Paulo: Paz e Terra 2003 (p-104). FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir historia da violência nas prisões Ed.: moderna 2003 p-162-187. HOLANDA, S. B. Raízes do Brasil. 23 ed. Rio de Janeiro: Jose Olympio, 1982. PESSIS-Pasternak, Guitta A ciência: deus ou diabo? Guitta Pessis-Pasternak; prefácio de JeanpPierre Changeux; trad. Edgard de Assis Carvalho, Mariza Perassi Bosco. São Paulo: Ed. UNESP, 2001. PROVEDELLO, Maysa CULTURA protegida, Revista desafios do desenvolvimento outubro de 1004 –ano 1 – no 03, www.desafios.org.br, de Brasília (p-60 a 65). Saiba mais: Núcleo de História Indígena e do Indiginismo – Universidade de São Paulo http://www.fflch.usp.br , Unesco www.unesco.org (buscar por intangible heritage), www.iphan.gov.br . RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro. São Paulo: Companhia das letras, 1995. TORRES, Carlos Alberto Democracia educação e Multiculturalismo. Dilemas da cidadania em um mundo globalizado - Petrópolis RJ Ed. Vozes, 2001. SABATINI, S. Massacre. São Paulo: Conselho Indiginista Missionário, 1998. STIGLITZ, J. A Globalização e seus malefícios. A promessa não cumprida de benefícios globais. Trad. Bazán Tecnologia e Lingüística. São Paulo: Cultura, 2002. WAGNER, Osní Valfredo & Gelasio Pedro de Oliveira; Relatório Pratica de Estágio, Universidade Regional de Blumenau, FURB- CCHC- Curso Ciências Sociais, 1998. WAGNER, Osní Valfredo (coordenação), Almiria Beckhauser de Barros Bolsista (Orientadora), Daniel André Noebauer (coorientação) Everson Bohr e Patrícia Shappo, ESTUDO DO RIBEIRÃO DA VELHA CENTRAL: Numa perspectiva multidisciplinar Osní Valfredo Wagner (coordenação). Escola de Educação Básica Hercílio Deeke 15a GERE Programa de Inciação Cientifica FUNCITEC, V Congresso Ibero-Americano de Educação Ambiental 2006. Recicláveis, Renováveis e o meio ambiente. Aluno Bolsista: Jaqueline do Nascimento Perreira Coorientação: Osní Valfredo Wagner, Daniel André Noebauer. Resumo: Entende-se ser importante conceituar o que é lixo, compreendendo sua classificação, tempo gasto de sua decomposição, coleta seletiva nas escolas, coleta nas empresas, o papel do catador na coleta seletiva, os problemas dos lixões, aterros sanitários, legislações pertinentes aos resíduos sólidos, à importância da reciclagem e o estudo dos caminhos do lixo no Brasil, que utilizam a reciclagem dos resíduos sólidos urbanos para minimizar a problemática das questões sociais e ambientais. Além do ganho econômico, que é o motivador o que ganha é o meio ambiente na garantia cada vez mais de sua sustentabilidade, o que a bolsista propõe e analisar o que é recicláveis, renováveis e o meio ambiente. Os Recicláveis, os Renováveis, os Reutilizáveis têm sua gênese conceitual, no lixo, catadores de lixo, coletores recicladores até chegar a esse conceito mais apurado de Reutilizáveis, podendo ser superado conforme a necessidade de explicação da realidade e suas demandas. Este Decreto-Lei número 366-A/97 é uma lei que é particularmente ligada à reutilização de embalagens onde o fabricante está junto do distribuidor/ comerciante para a ajuda de um mesmo material para reutilização e não ter que utilizar a matéria-prima vinda da natureza. Resultando assim uma maior preocupação com o meio ambiente e a economia do país. Aprimorando técnicas de reaproveitamento desses materiais, com o objetivo de acabar com o acúmulo de lixo na comunidade, na cidade, e no país, e sem provocar doenças. DEFINIÇÕES DE MEIO AMBIENTE Em geral, o ambiente consiste no conjunto das substâncias, circunstâncias ou condições em que existe determinado objeto ou em que ocorre determinada ação. É a realidade física e orgânica de um espaço, que pode compreender tanto um ecossistema como toda a biosfera. Preocupações com o meio ambiente quase não tinham lugar a vinte anos. Hoje não há governo ou ser humano que não a leve em consideração. No Brasil, mudaram os conceitos em relação à problemática ambiental. *Tudo o que cerca é ser vivo, que o influencia e que é indispensável à sua sustentação. Estas condições incluem solo, clima, recursos hídricos, ar, nutrientes e os outros organismos. O meio ambiente não é constituído apenas do meio físico e biológico, mas também do meio sócio-cultural e sua relação com os modelos de desenvolvimento adotado pelo homem. TÓPICOS SOBRE RECICLAGEM O acúmulo de lixo de uma cidade traz problemas. É necessário implantar um aterro sanitário; a coleta e manutenção deste é cara trazendo mau cheiro e propagação de doenças. A reciclagem é o processo que permite reaproveitar materiais que serão transformados em novos objetos que podem, ou não, se parecer com os objetos originais. Reciclar é bom porque ajuda a diminuir a quantidade de lixo e seus problemas. Diminui o gasto financeiro, pois a matéria-prima natural é cara. Economizamos energia, pois a energia da reciclagem é menor do que a de fontes naturais. Conserva-se os recursos naturais. PRODUTOS RECICLÁVEIS: PAPEL; METAL; VIDROS; PLÁSTICO. Os restos alimentares é a quinta opção de reciclagem, pois pode virar adubo para terras agrícolas muito usados. Em sua formação forma uma quantidade de gás metano (combustível) usado como energia. Com a ajuda do consumidor é mais fácil e importante reciclar, pois diminui a extração inesgotável de recursos. No Brasil, existem unidades industriais com capacidade instalada para reciclar resíduos, e qualquer outro material que possa ser reciclado. Distribuídos de norte a sul do país, estas unidades são empresas transformadoras de matérias primas, fabricantes de embalagens, retomadores e recicladores. QUESTIONÁRIO: 1)Você já parou para pensar quanto lixo é produzido por dia na sua cidade? 2)Como fazer para reaproveitar o lixo? 3)O que é reciclagem para você? 4)Já observou nos produtos que você consume se ele tem um símbolo no rótulo ao incentivo reaproveitamento? 5)Você sabe se um produto comprado em local de comércio pode ter sido reciclado? 6)Quais dos abaixo você acha que são muito reutilizáveis? ( )plástico ( )vidro ( )papel ( )metal 7)Por que é necessário reciclar? 8)Na sua opinião o lixo incomoda? 9)Você reutiliza estes materiais? 10)O que você faz com esses materiais recicláveis? 11)Em sua opinião o que se pode fazer para conscientizar as pessoas de reutilizar e reciclar materiais? 12)O que você faz com o seu lixo doméstico? 13)Você conhece algum lugar que ensina como reutilizar? 14)Você sabe o que as fábricas que utilizam produtos químicos fazem com os produtos que sobram? 15)Suas opiniões. Reutilização de embalagens, aparelhos, etc. BIBLIOGRAFIA CRUZ, André Luiz Marcelo da, A Reciclagem dos resíduos sólidos urbanos: Um estudo de caso. Florianópolis, UFSC, PPGEPPEO, 2002. RELATÓRIO MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO AMBIENTE PORTARIA NÚMERO 29-B/ 98 DE 15 DE JANEIRO 1998. ARTE, MOTRÍCIDADE E MÍDIA - FAPESC. Escola de Educação Básica Professor Joseph Heriberto Müller Aluno Bolsista: Nycolas Eduardo Antonioli Baumgarten, Fábio Theiss, VâniaViviane Sinestri, Professores Orientadores: Osní Valfredo Wagner, Gercy de Almeida Camargo Filho. Resumo: Analisar a cultura transmitida cotidianamente, que influência na aprendizagem. Na Escola de Educação Básica Professor Heriberto J. Muller. Uma analise a partir do estudo da arte, motricidade e mídia, objetivo de pesquisa da Educação Física, Arte e Sociologia. Objetivo: Especifico compreender o nível de qualidade de vida dos moradores do Bairro da Fortaleza, Blumenauense, Catarinense e Brasileira. Avaliar a influência da Mídia na questão do dopem, segurança, cultura. O desenvolvimento do aluno. Levantar dados sobre cultura, catalogação de fotos, informações sobre o patrimônio imaterial. Pesquisa Bibliográfica e de campo integrando com a pesquisa da EEB Hercílio Deeke Arte, Linguagem e Mídia. Palavras Chaves: Cultura, Motricidade, Mídia e Doping. A motricidade humana defendida pelo português Manuel Sergio em estar observando o todo do ser, além do corpo, a mente, o espiritual, a cidadania na participação em uma formação e informação do seu meio e a consciência do macro em relação protagonismo a atividade ao alcance de todos. Psicomotrocidade, (...) com intuito de educação, reeducação ou terapia, conforme seja o caso. Ela procura a integração da energia do individuo, utilizando para isto, o movimento como um meio e não como um fim, levando em consideração os aspectos afetivos, cognitivos, motrizes e sociais, os relacionais (BARRETO 2000). Já no campo sócio-antropológico Jocimar Daolio faz uma análise sobre o drama do futebol brasileiro, segundo esse autor é inegável a influência que o futebol teve na vida nacional a partir do início do século. Apesar de caracterizar-se, no início, como um esporte de elite, a partir de meados da década de1920, ele se popularizou de tal forma que atinge, hoje, direta ou indiretamente, toda a população brasileira. O Teatro é uma terapia aos estudantes na escola, assim como o xadrez para o intelectual e o futebol ao que utilizam mais a inteligência do fazer. Por isso é importante identificar-mos a partir de pesquisas o perfil de nossos alunos, e suas demandas. A arte de bem governar: “O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, não participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia política. Não sabe o imbecil da sua ignorância política nascem a prostituta, o menor abandono, assaltante e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais” (Bertolt Brecht) Questionário: Tempo de estudo? Aproveitamento profissão Quantas horas você trabalha por semana? Quais são os espaços para o exercício físico? Tempo de estudo? Com o que você gasta mais tempo além do trabalho? Qual foi o critério de escolha da profissão? O que você mais gostou de estudar na Escola? Como você avalia os conteúdos aprendidos na escola para sua vida e profissão? O que é mais importante em sua opinião? Educação; Saúde; Trabalho; Habitação; transporte; lazer. O que você tem em casa? Renda? Quais são as viagens/passeios que você costuma fazer? Qual o espaço virtual que você mais utiliza? Qual a programação de TV que você assiste? Quais tipos de leitura você costuma fazer? Como você se sente? Você faz uso de algum remédio? Qual? Você tem algum dependente de doping na sua família? Você acha que a mídia está influenciando os adolescentes sobre relação sexual? Bibliografias: BARRETO, Sidirley de Jesus, Psicomotrocidade: educação e reeducação? Sidirley de Jesus Barreto, 2ª ed. Ver. E ampl. – Blumenau: Acadêmica, 2000. BAUMGARTEN, Nycolas Eduardo Antonioli, Fábio Theiss, Vânia Viviane Sinestri (Aluno Bolsista). Osní Valfredo Wagner, Gercy de Almeida Camargo Filho (Orientadores) ARTE, MOTRÍCIDADE E MíDIA – Relatório Parcial FAPESC - Escola de Educação Básica Professor Joseph Heriberto Müller 2006. FREIRE, Paulo Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa São Paulo: Paz e Terra 2003. http://74.125.93.132/search?q=cache:klcCXh-F9SAJ:www.furb.br/patrimoniocultural/conteudo/monografia/monografia_1.doc+Blumenau+Ocupa%C3%A7%C3%A3o+Colonial+1853&cd=8&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br&lr=lang_pt IARA L. KLUG RISCHBIETER UM ESTUDO PARA IMPLANTAÇÃO DO MUSEU DE PERCURSO DE BLUMENAU Escola de Educação Básica Hercílio Deeke Ensino Médio – 1ª séries – 16/11/06 Disciplina de Metodologia Pesquisa Cientifica Professor Osní Valfredo Wagner As fases e o fazer de um Projeto AS FASES DO PROJETO (etapas em forma de perguntas) 1 sobre O QUE fazer? (Título ou Tema) ASSUNTO a ser desenvolvido. 2 QUAL o meu PROBLEMA? a)Delimitações – universo / população / amostra / local, b) Questões – pontuação das dúvidas sobre o assunto escolhido. 3 QUANDO fazer? CRONOGRAMA – (tabela de atividades) desde a escolha do tema, apresentação até a entrega do relatório. 4 Com QUANTO? ORÇAMENTO (tabela de custos / despesas), ou seja previsão dos gastos. 5 O QUE fazer no final desse projeto? OBJETIVO GERAIS (produto finalizado) são as ações a que se quer chegar, vislumbrando o todo. 6 POR QUE fazer? OBJETIVOS ESPECÍFICOS (ETAPA) são as minhas ações, durante a elaboração ou construção do projeto. 7 PARA QUE fazer? JUSTIFICATIVA (motivo) que me levou a escolher e pesquisar sobre este assunto. 8 COM QUE(M) fazer? RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS (que necessito) para fazer a realização do Projeto. 9 COMO fazer? METODOLOGIAS (método) maneira que será conduzido o projeto, caminhos. 10 TEORIA que devemos ter? METODOLOGIA DA PESQUISA BIBLIOGRAFICA ou documental, de laboratório, de campo ou outros tipos de pesquisa, apresentação dos resumos e dos conteúdos teóricos. È a idéia resumida das partes que compõem todo o desenvolvimento do trabalho de pesquisa. 11 DADOS Coleta de dados que precisamos ? METODOLOGIA DA PESQUISA DE CAMPO são destinadas as pesquisas práticas e que incluem: 11.1 Que instrumentos? INSTRUMENTALIZAÇÃO PARA COLETA DE DADOS – é a forma que serão feitas e aplicadas às pesquisas; 11.2 O que tabular? TABULAÇÃO DA COLETA DE DADOS - das pesquisas práticas de laboratório, campo e documental; 11.3 O que registrar? REGISTRO DA COLETA DE DADOS – é o relato das observações e experiências ou práticas das pesquisas laboratório e de campo. 12 CITAÇÕES o que citar? REFERÊNCIAS – são as coletadas de materiais teóricos numa pesquisa: bibliográfica, eletrônicas e virtuais. 13 APRESENTAÇÃO Como apresentar o Projeto? APRESENTAÇÃO DO PROJETO – escrito (RELATÓRIO) OU ORAL, EM FORMA DE RESUMO em artigos, bâner entre outros. 14 PASSA A PASSO! Exemplificando! RESUMINDO (PLANEJAR, FAZER, VERIFICAR E ATUAR). 15 Situações de (RELATAR, AVALIAR, REFERENCIAR E APRESENTAR).

ROMPENDO AS AMARRAS!


São as instituições como o Estado, partidos políticos, escola, religião e indivíduos que se sujeitam por favores, cargos, financiamento, obras, que mantêm o sistema capitalista. As pessoas se sujeitam em apoiar os ricos para receber algo em troca. Vivem o imediatismo de um materialismo das aparências, que sustenta a exploração, a dominação, a injustiça. Tem-se medo de mudar, de acreditar no diferente. As coisas vão de mal a pior porque acredita em um sistema que cada vez mais exclui o ser humano. A racionalidade egoísta não pode continuar. A sociedade precisa avançar para o estado de bem-estar social. O capitalismo, com a automação da produção que substitui a força humana - a era da robótica - está proporcionando a barbárie do Século 21. É ai que entra o Estado no papel de organizar e implementar a política de arrecadação e distribuição da riqueza de maneira eqüitativa. Não dá para combater o apartheid social com a polícia. Essa opção é, no mínimo, falta de inteligência ou muitas espertezas dos que governam para os poderosos que visam interesses econômicos e se apoderam do público em benefício do privado. É a ideologia dominante, como tantas, que fecham a portas para o diálogo. Não há alternativa senão cumprir as ordens e aceitar as decisões de cima, mesmo que a maioria seja prejudicada e o meio ambiente degradado. A solução está no rompimento com o sistema e suas técnicas e formas de dominação, de exploração. É possível gerar mais empregos, aumentar os salários, diminuir as horas trabalhadas e diminuir as doenças. Basta querer, mas parece que sonhar com um mundo com menos desigual e injusto não faz parte da nossa cultura cristã. Cumprimos os rituais rigorosamente, mas vivemos de forma hipócrita a distribuição de renda, Anualmente, são sonegados de cerca de R$ 200 bilhões em imposto, enquanto se pratica um salário nominal de R$ 505. O salário mínimo deveria ser de R$ 2,2 mil para atender as necessidades previstas pela Constituição, mas nos conformamos com o Bolsa Família. É preciso menos discurso e mais ações para garantir o acesso da maioria às riquezas produzidas pelo Brasil. WAGNER, Osni Valfredo Mantendo o capitalismo Folha de Blumenau p- 2 opinião edição 312 de sábado dia 12 de setembro de 2009. http://conceitosprovocacoes.blogspot.com.br/2009/10/mostra-cientifica-e-cultural.html

sábado, 2 de novembro de 2013

POLITICO & POLÍTICA


 
O senso comum se diz que somente os que são eleitos em cargos eletivos é que fazem política e são os políticos.
A palavra politico vem de política que tem o significado: Ciência do governo dos povos. Direção de um Estado e determinação das formas de sua organização. Conjunto dos negócios de Estado, maneira de os conduzem. Maneira hábil de agir; astúcia; civilidade. Ciência política, ramo das ciências sociais que trata do governo e da organização dos Estados. Então o significado de politico:  Relativo ao governo de um Estado. Direitos políticos, direitos em virtude dos quais um cidadão participa do governo. Astuto, esperto, hábil: encontrou uma solução política. Aquele que se dedica à política. Se referir como politico somente aquele que tem um cargo público é estreitar o significado de politico e política. Isso ocorre por colocar em uma visão do senso comum, para que se tenha uma visão ampla, devemos colocar todas as pessoas como políticas. Reclamar ou defender um determinado governo é uma decisão política de políticos comuns, logo somos todos políticos e fazemos políticas. A diferença é que as nossas políticas e políticos podem não significar a de um governo, mas é política e políticos a nossa a posição. A despolitização serve para deixar os governantes com o monopólio da política e como os únicos políticos. Centralizando a política impedindo que a população participe das decisões, mas isso não significa que as pessoas não tenham uma posição. Mesmo que a mídia manipule as informações e se faz entender que os governantes possam estar fazendo o melhor, ou escondendo o que fazem de errado. Por outro lado queria analisar a questão de que é preciso compreender então que existe coisas na sociedade tanto pública estatal e privada que se chama de corrupção, roubos entre outros. Esses que deviam nos representar ou representar o interesse privado conforme o caso, quando não faz da maneira certa, dentro da lei. Ai esta fazendo politicagem, corrupção, roubo etc., mas não política. Política é o bem comum, organização da sociedade em suas instituições sociais.

 

Fontes:

LAURENTINO, Maria Eduarda Hostins, dicionário online de português < http://www.dicio.com.br/ acesso 2013.
 

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

PERIFERIA


O significado de periferia no dicionário (gr periphéreia) sf 1 Geom Contorno de uma figura curvilínea. 2 Superfície de um sólido. 3 Numa cidade, os bairros mais afastados do centro. Já o significado de periférico (periferia+ico) adj 1 Relativo à periferia. 2 Situação na periferia. Sm inform Item de hardware (como terminais, impressoras, monitores etc.) ligado a um sistema de computadores. (MICHAELIS, 2009, p. 666).
É UMA VIOLÊNCIA A POBREZA, EM DETRIMENTO AO FATO DE EXISTIR O RICO!
Não querer enxergar a realidade dessa violência que a desigualdade é a grande causadora, a uma maioria da população no século XXI é no mínimo não querer enxergar a realidade.
Por motivos simples, não querem abrir a mão do que poderia estar sendo coletivo. O acesso e condições iguais parece só uma utopia.
Utopia por causa do egoísmo e ambição de poucos que sempre querem mais e mais, a revolta que vem da periferia é uma resposta a violência que a sociedade capitalista vem produzindo.