quinta-feira, 31 de outubro de 2013

DESPOLITIZAÇÃO


Fonte da imagem: http://www.consciencia.net/img/politica.gif

A despolitização se faz a partir da centralidade das decisões e impedindo qualquer crítica ao que o comando central dita como verdade. A impossibilidade de se fazer a crítica da real política faz com que se tenha uma falsa ideia do que se está fazendo, prevalecendo as ideologias propagandeadas.


Questões internas são resolvidas a portas fechadas e questões externas com táticas de guerra, para destruir qualquer crítica se faz o jogo da politicagem, sorrateira de puxar o tapete do adversário. Ai fica visível o vale tudo pelo poder, a velha máxima de que se conhece uma pessoa a partir do momento que se dá poder para ela.


O risco de se fazer só política de ataque a inimigos comuns e deixar de se fazer uma avaliação crítica das próprias práticas é de que ao utilizar as mesmas táticas dos adversários e que em vez de se estar construindo algo novo na realidade se está fazendo a mesma coisa que se diz estar querendo mudar.


A despolitização então consiste nisso, uma máxima valorização na crítica externa e na impossibilidade de se fazer uma crítica interna. Essa politização acaba servindo para o capital nacional e internacional, que em determinado momento financia os representantes do povo em processos eleitorais.


A crítica como dogma uma verdade sobre uma sociedade possibilita essa cegueira de estar dizendo uma coisa e fazendo outra. A utilização de um discurso estratégico como apenas uma tática.


A manipulação de interesses, desejos, vontades, necessidades e sonhos utópicos como um ideal. Contribui para o mascaramento da real política que uma instituição esteja fazendo perante a sociedade.


Karl Marx nos abre um caminho para desvendar essa realidade a partir da práxis. A analise crítica do que se diz e o que se faz, essa analise a partir do método dialético nos possibilita entender as contradições da sociedade.

 

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

IMPUNIDADE & DESIGUALDADE



Fonte: http://static.minilua.com/wp-content/uploads/2012/06/desigualdade_thumb.jpg acessado 31 de outubro de 2013.

Uma das causas da violência sem dúvida é a impunidade, a impunidade no Brasil está acontece todos os momentos em nossas vidas, é no trânsito a multa que não é cobrada para alguns cidadãos que parecem que se identificam como patrimonialistas.

A impunidade é a causa de muitos problemas em nosso país, me pergunto o porquê algumas leis colam e outras não. A visão da cultura brasileira de se fazer as coisas públicas a partir do privado e a falta de uma universalização da legislação.

Parece que em nosso país ainda iremos ter muita coisa errada acontecendo fora da lei, essa dificuldade de por em prática leis, é a grande causadora de muitos problemas em nossa sociedade.

A desigualdade é outra causadora juntamente com a impunidade, essas duas juntas. Causam ainda mais estragos na vida social, política, cultural e econômica de um país.

Uma das consequências da impunidade é a violência, pelo simples fato de que não vai acontecer nada. Essa certeza de que a lei não será aplicada é que acontece a impunidade.

A desigualdade acontece em diversas ordens, tanto social, política, econômica e cultural. A mídia mascara essa realidade mostrando somente os efeitos como se eles tivessem vida própria.


A pobreza que é uma violência causada pela desigualdade, para muitos é vista como sendo um problema em si mesmo. Pobre individualmente é culpado pela sua situação e não o sistema vigente que mantem a desigualdade como forma de garantir a riqueza nas mãos de poucos em detrimento da exploração da maioria.

 

O poder econômico gera a desigualdade a partir da exploração da mão de obra, os trabalhadores na condição de mão de obra barata. Se sujeita ao sistema para sobreviver, não tendo acesso ao capital cultural para lhe libertar dessa condição de dominação e exploração e lhe deixa em condição desfavorecida caracterizando a desigualdade.

A não possibilidade de interpretação da realidade não lhe permite participar como cidadão e deixando em condição inferior na participação política da sociedade.
 
 

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

PARABENS


Senador Eduardo Suplicy (PT-SP) quer que cria‹o de novos estados dependa de consulta ˆ popula‹o do pa’s inteiro
Suplicy destacou trechos do texto que defendem o fim da Polícia Militar e a reação efetiva do povo contra o autoritarismo e o abuso de poder. No documento, os manifestantes se definem como "a sociedade civil, a juventude e os trabalhadores indignados, por trás de um capuz negro".
Suplicy falou da importância da carta para ampliar a compreensão sobre o sentimento dos manifestantes e depois refletir a respeito. Ele ressaltou que, apesar de serem considerados vândalos mascarados por alguns que condenam as depredações, os jovens envolvidos nessa "busca por justiça" têm a simpatia de uma parcela da população. Contudo, enfatizou que não apoia atos violentos reproduzidos pelo movimento, pois retrai e desmobiliza a sociedade que deseja mudanças.
“As boas intenções deles, pelas práticas violentas, terminam sendo contraproducentes ao seu próprio objetivo”, disse Suplicy.
Por outro lado, Suplicy sugeriu a aplicação de penas alternativas como dar aulas na comunidade, atendimento em pronto-socorro ou construção de escolas. “Tentar compreender não significa apoiar”, concluiu Suplicy.
 
  crisbr            
Acho que não se deve confundir as coisas: os anarquistas não devem ser presos ou intimidados por divulgar as suas ideias se a polícia esta fazendo isso esta errada! eles tem  o direito de se manifestar, fazer panfletagem, ser contra a democracia,  se runir em grupos fazer passeatas pichar  o A está tudo certo! nada disso é ilegal fazer atos de desobediência civil ( "ocupe" por exemplo).  apenas se passarem  a usar armas de fogo ou bombas aí sim a policia( dentro da lei e eles com pleno  direito de defesa) deve agir  pois luta armada para mim só se justifica contra ditaduras.   é uma linha tênue porém é ela que separa a democracia da ditadura. A constituição não proíbe a divulgação da ideologia anarquista portanto reprimi-los por isso é um ato  autoritário podemos divergir se opor as  ideias nunca reprimi-los apenas por isso.
 
 
 

A criminalização do anarquismo e o Estado democrático

Miguel Javaral               

 
Acabo de ficar sabendo que a casa do meu amigo Ameba, marceneiro, pai, anarquista e vocalista da banda anarco-punk Atack Epiléptico, foi vasculhada pela polícia com um mandato de busca e apreensão. Anteriormente ele havia sido o último preso político das manifestações de 7 de setembro em Belo Horizonte a ser libertado e agora responde ao seu processo kafkaniano (que inclui a surreal acusação de formação de milícia armada) em liberdade.
O material apreendido: cartazes anarquistas (alguns deles, sem dúvida, cartazes de show), material sobre as manifestações. Não sei como foi a atuação dele no 7 de setembro, não estava lá e ainda não encontrei com ele depois de sair da prisão. Sabia que desde as jornadas de junho a polícia tinha marcado ele.
O que a polícia e o ministério público pretendem com o material recolhido? Afirmar que ser anarquista e/ou punk é fazer parte de uma organização criminosa? Se for assim daqui a pouco me prendem também, posto que organizamos juntos um show a alguns anos atrás e tenho em casa uma boa quantidade de livros anarquistas, cuja a posse nunca imaginei ser ilegal.
A demonização dos black blocs significa isso: qualquer ato da polícia, por consequência do Estado, por mais violento (disparar indiscriminadamente bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha, e agora até também munição convencional) e  estapafúrdio (como a apreensão de livros em uma manifestação e a proibição de usar máscaras que não se estende aos policiais) está previamente justificado. Leis criadas para punir o crime organizado e as milícias sendo aplicadas em relação a pessoas que acabaram de se conhecer em uma passeata.
Algumas pessoas tem comentado que a total despreocupação com os direitos humanos e a legalidade  por parte da polícia nas manifestações é simplesmente uma extensão da sua forma de atuação usual na periferia. Concordo em gênero número e grau. Mas agora tais ações não são mais escondidas. Elas tem a aprovação da mídia, da esquerda e da direita. Como o "bandido" do discurso fascista de Datenas e cia. e os judeus do discurso nazista, os black blocs (leia-se anarquistas e/ou punks independentemente da adoção da tática de Black Bloc) aparecem agora como criminosos a priori, não cabe a eles a imputação de um delito específico, com ampla defesa e proporcionalidade da sentença.
A mídia, as classes dominantes e mesmo setores da esquerda querem sangue. O anarquismo é hoje o que o comunismo foi no período 1945-1964, uma linha de pensamento em relação à qual não valem as garantias do estado de direito. Nós sabemos o que veio em seguida...
 
 
FONTE da foto: Suplicy causa revolta no Plenário ao defender o Black Bloc  - Suplicy causa revolta ao dizer que Black Blocs têm “boas intenções” http://www.diariodopoder.com.br/noticias/suplicy-causa-revolta-no-plenario-ao-defender-o-black-bloc/ > Acesso 18 de outubro de 2013.

CRÍTICA ANARQUISTAS



       Ao patrimonialismo que favorece a elite oligárquica a se perpetuar nos governos burgueses. É preciso construir uma alternativa de rompimento com essa práxis conservadora liberal, os esquerdistas em geral no Brasil quando inicia um partido político tem uma prática anárquica e coloca-se como iguais aos operários e estudantes.
       Um partido de esquerda de verdade com o propósito de manter firme a força em torno das ideologias ANARQUISTAS! Devem manter as ideologias por décadas, as experiências da degeneração de partidos comunistas, socialistas, sociais democratas que só tem o nome, mas na prática não o são de esquerda, no máximo esquerdista.
       Fazem apologia as ideologias dos trabalhadores, como uma tática de um discurso estratégico, pois a estratégia é o poder e não a transformação da sociedade. É a práxis que temos que observar e avaliar sobre a atuação dos Anarquistas num eventual partido de esquerda com a finalidade de organização como partido político.
     Essa práxis libertadora precisa de pessoas coerentes e de luta, comprometidos com as causas dos excluídos da sociedade de fato. Constituir o partido dos ANARQUISTAS poderá até ter o apoio de anarquistas, mas isso não significa que os anarquistas irão se filiar, mas acredito que poderá avançar o debate das ideologias anarquistas e pela via institucional é possível que se tenha visibilidade e credibilidade.
      O enquadramento legal que implica formalizar um partido é complexo, mas ao mesmo tempo em que se tem esse complicador do regulatório e formal. Se ganha com a formalidade a confiança, o que não se pode é cair no patrimonialismo e querer reproduzir o modo de produção de dominadores e dominados.
 

Administração, cogestão e autogestão Maurício Tragtenberg


Maurício Tragtenberg                                                                                             

           O anarquismo de Maurício Tragtenberg é um caso singular, pois não se alinha diretamente com nenhuma dessas tendências. É possível notar críticas à Bakunin (Tragtenberg, 1986b) e uma certa simpatia por Kropotkin, pois é a partir do seu pensamento que Tragtenberg (1987:7) faz sua definição de anarquismo: uma sociedade que não está submetida a nenhuma autoridade vertical e em que as associações voluntárias interligadas substituem o Estado na tarefa de articular as partes da totalidade social.
          Sociedade basicamente fundada na so lidariedade, na qual esta é obtida por acordo entre os diversos grupos sociais, territoriais e profissionais livremente estabelecidos no âmbito da produção e do consumo social.
          Teríamos assim uma rede entrelaçada de uma infinita variedade de grupos e federações locais, regionais, nacionais e internacionais, voltada para os mais diversos objetivos (produção, consumo e troca, comunicações, serviços sanitários, educação, proteção mútua) e necessidades (científicas, artísticas, literárias, de relacionamento social).


Fonte:
PAULA, Ana Paula Paes de, Maurício Tragtenberg: contribuições de um marxista anarquizante para os estudos organizacionais críticos, RAP — RIO DE JANEIRO 42(5):949-68, SET./OUT. 2008.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

VOTE NULO!

EM 2014 VOTE NULO!!

VOTO NULO!
Defende-se o voto nulo por diversos motivos:
1- VOTO NULO! Devido ao abuso de poder, a corrupção, a lavagem de dinheiro, compra de votos. Sabemos que cada R$ 1,00 (Um real) que são gastos na eleição R$ 8,00 (Oito reais) voltarão para as mãos privadas pela corrupção dinheiro do Estado nas instâncias federal, estadual e municipal;
2- VOTO NULO! A falta de controle sobre os partidos políticos, parlamentares, governo e judiciário que se utilizam do partido como aparelho do Estado. Em um sistema vitalício de ideologias elitizadas em vez de serem revogáveis, por não representarem a maioria do povo que os elegem;
3- VOTO NULO! De consciência das injustiças que estão sendo cometidas em nome do povo, em um processo eleitoral burguês, que prevalece os interesses do capital. Com regras econômicas EGOISTAS – MESQUINHAS – CENTRALISTAS para poucos, caciques e donos do poder;
4- VOTO NULO! O não voto como forma de refletir sobre o sistema eleitoral brasileiro, que privilegia acordos elitizados da elite nacional e internacional;
5- VOTO NULO! Eleitos que só tocam na aparência e efeitos dos fatos, fogem das causas e essências dos problemas brasileiros e internacionais dos operários do campo e da cidade;
6- VOTO NULO! Contra a impunidade e as desigualdades sociais que o sistema vigente reproduz em nossas vidas e em defesa dos direitos sociais, a vida com SAÚDE – EDUCAÇÃO – TRANSPORTE COLETIVO – HABITAÇÃO com dignidade luta que o povo trava e continuará a lutar para chegar em vitórias e não são benefícios do estado e governos; mas sim direitos sociais;
7- VOTO NULO! Por não aceitar as ‘falsas promessas’ de eleitos que não nos representam em nossos anseios, lutas, desejos, vontades e utopias populares de qualidade de vida e dignidade;
8- VOTO NULO! Sem medo de ser feliz, consciente de que uma nação não se compra, vende, troca. Não somos massa de manobra, o que se quer é o fim do partido político na forma que está hoje. Humilhante, opressora, covarde, falsa e que não fomenta as resoluções ao contento da maioria, mas pelo contrário para a minoria;
9- VOTO NULO! Motivados pela juventude que foi e vai e irá para as ruas protestas, contra tudo que está ai, com uma indignação em que ao mesmo tempo nos deixa a possibilidade de mudar o país e outros até mudar o mundo inteiro.
10-VOTO NULO! Motivados com a esperança de transformação da atual sociedade e suas ideologias que parecem sólidas, que se dissolvem a partir do simples ato do VOTE NULO! E que anula toda essa droga que vem malhada antes de eu nascer.
ANULE O VOTO E NÃO SE ANULE!

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

O QUE É REVOLUÇÃO?


O MOVIMENTO OPERÁRIO E ESTUDANTIL analisa sobre o QUE É REVOLUÇÃO? O Significado de Revolução s.f. Ato ou efeito de revolucionar ou de revolver; sublevação, rebelião, revolta, insurreição: muitas foram às revoluções liberais do séc. XIX. Mudança profunda ou completa, subversão: revolução nos costumes, nas artes e nas ciências.

O MOVIMENTO OPERÁRIO E ESTUDANTIL em seus propósito na bandeira de luta Saúde tem o entendimento em estar comprometido com o investimento em Projetos de Saúde fortalecendo o SUS melhorando o atendimento as demandas dos usuários que é contribuinte que deve ter o controle social dessas políticas através dos conselhos deliberativos. Promover a Saúde suprir as demandas, exames precisam ser colocados on line e os contribuinte poderem acessar internet nos ambulatórios e ou em casa na hora.

Contratar mais médicos nas especialidades e pagando bem os médicos e profissionais da saúde. Para que eles não precisem ter três jornadas de 6 horas eles acabam adoecendo e todo sistema fica ruim. Exames em tempo real tanto clinicam quanto técnicos de imagens radiografias, estruturarem os consultórios em tempo real. Todos eles estruturar exames diretos e indiretos em tempo real. Desafoga o número de consulta e exames que não se busca, uma redução de até 45%, em tempo recursos e libera as vagas. O problema da falta de médicos especialistas passa pelo aumento salarial e a oferta de novos profissionais e essa problemática necessita de investimentos com bolsas de estudos para os moradores oriundos da cidade de Blumenau. Entendemos que se faz necessário diminuir o salário dos vereadores.

A possibilidade de aumento somente a partir do momento em que se estiver com um piso mínimo e ou salário mínimo equiparado ao do DIEESE de cerca de R$ 2. 400,00 (dois mil e quatrocentos reais). Promover a Educação precisa-se fazer Projetos de novos Centros de Educação Infantil. O governo federal sinaliza recursos, mas o município não priorizar educação em detrimento de pontes e mobilidade urbana.  São duas questões que precisam ser enfrentadas, mas a mobilidade urbana não poderá sobrepor a Saúde, Educação e Trabalho e Renda enfim a área social será prioridade e a mobilidade ficará em segundo plano.

Para resolver os problemas de trânsito precisamos deslocar o centro para o norte, pulverizar mais as escolas nos bairros, mas para se ter mais segurança a construção de passarelas, viadutos pontes e acessibilidade e calçadas padronizadas precisam ser construídas. Defendo a Empresa Municipal de Transporte Coletivo Municipal, uma empresa que possa suprir a demanda e forçando a baixar o preço, já que o estatal não se terá lucro, ou seja, subsidiar o deslocamento dos trabalhadores estudantes, defendemos o passe livre! A questão de segurança é um dever do Governo Estadual, precisamos cobrar mais e exercer controle social mais forte as nossas instituições de Estado, a "ideia que o estado somos todos nos!"

Mas também a EDUCAÇÃO tem um papel importante, espaços de multiusos a polícia comunitária e os CONSEG atuantes!  O projeto da MOVIMENTO OPERÁRIO E ESTUDANTIL tem bandeiras voltadas para os propósitos sociais e esse o compromisso que temos com as ideologias dos partidos que participamos em defesa do socialismo. Essas bandeiras socialistas estão afinadas com os interesses da classe dos trabalhadores por mais justiça, eqüidade e liberdade no controle social das políticas públicas no âmbito municipal e na cidade de Blumenau.

Além dE corte do aumento salarial do teto máximo em detrimento do mínimo necessário a frente de esquerda entende que é necessário diminuir para apenas 2% o repasse para a câmara de vereadores de Blumenau. O recurso proveniente ao corte do repasse a casa legislativa de Blumenau será utilizado para se obter bolsas de estudos para cidadãos que passarem em vestibular com edital promovido pela autarquia FURB em vagas para esse fim e exclusivamente utilizados como bolsas de estudos para estudantes de graduação. A secretária de educação do município de Blumenau fará juntamente com a FURB um estudo de demanda de profissionais necessários para o mercado priorizando a área das ciências social, saúde, meio ambiente e desenvolvimento regional.

Será disponibilizado todo o recurso proveniente do corte da câmara de vereadores e ou parte dele em caso da Federalização da FURB. Podendo ser utilizado neste caso para promover pesquisa e extensão universitária na modalidade de bolsa de pesquisa para alunos e professores de pós- graduação, graduação e ensino médio. 

   “A nova cultura política descoberta pelas práticas populares – sem, no entanto, caírem no culto ao espontaneísmo – ajudou a produzir aos poucos também uma nova moral. O combate aos preconceitos contra a presença feminina nos cargos de direção, dos homossexuais nas atividades organizativas, o corporativismo político e religioso que impediam a confraternização coletiva das conquistas” (BOGO, 2011, p. 204). 


Os partidos precisam voltar a ser ferramenta de transformação da sociedade assim como o sindicato também ser visionário enquanto classe social e representatividade dos trabalhadores, possibilitando avançar nas medidas contidas no Manifesto do Partido Comunista. 

“1- Expropriação da propriedade fundiária, nos países e emprego das suas rendas para despesas públicas;  2- imposto fortemente progressivo; 3- abolição do direito de herança; 4- confisco da propriedade de todos os emigrados e rebeldes; 5- centralização do crédito nas mãos do Estado por meio de um banco nacional com

capital do Estado e monopólio exclusivo; 6- centralização, nas mãos do Estado, de todo sistema de transportes; 7- multiplicação das fábricas nacionais e dos instrumentos de produção, cultivo das terras incultas e melhoramento das terras cultivadas, de acordo com um plano geral; 8- trabalho obrigatório para todos, organização de exércitos industriais, particularmente para a agricultura; 10- educação pública e gratuita para todas as crianças, abolição do trabalho infantil; gradativamente desaparecimento das classes.” (MARX, ENGELS, 2001,  p. 59 e 60). 

Dessas ideologias acima que o Manifesto do Partido Comunista apresenta como concepção programática para se obter uma revolução e romper com a dominação burguesa, podemos ver que não estamos com esse propósito de imediato. A revolução é um processo lento e gradual, o que propomos como sendo para Blumenau sendo para os trabalhadores sendo as bandeiras de lutas mais voltadas as ideologias socialistas que são mais amenas no sentido reformador.

No Brasil se demarca esse espaço reformador como sendo socialismo, mas que poderia ser observado como sendo social democrata em busca de um pacto entre classes sociais, emergir algo voltado para o controle social. Fazendo valer a lei de ficha limpa e o estadista que o povo espera de governantes um governo para os trabalhadores, priorizando Saúde, Educação, Habitação Vertical, Mobilidade Urbana, Meio Ambiente, Segurança, Espaços de Multiuso e Trabalho e Renda. Os eleitores elegendo os candidatos da Frente de esquerda estarão possibilitando o fim dos desperdícios dos recursos estatais locais.     
 

Bibliografias:  

MARX, ENGELS, Manifesto do Partido Comunista Editora Anita Garibaldi, São Paulo, 2001. BOGO, Ademar, Organização política e políticas de quadros 1 ed. Expressão popular São Paulo, 2011.
 


dicionário online de português  < http://www.dicio.com.br/revolucao/ > Acesso outubro de 2013.

 

O QUE É DESIGUALDADE?


A palavra DESIGUALDADE seu significado de Desigualdade s.f. Caráter ou condição do que não é igual: desigualdade de condições. Caráter do que não é liso; que não está unido: desigualdade de um terreno. Caráter do que é variável; inconstante: desigualdade de comportamento.  
Ausência de equilíbrio; falta de proporção. Característica do que é diferente: desigualdades ideológicas. Particularidade do que é injusto: os avós tratam os netos com desigualdade. Matemática. Relação matemática em que figuram duas quantidades desiguais separadas pelo sinal >> (maior que) ou â>>b; que se lê: "a" menor que ou igual a "b". (Etm. des + igualdade).

A  desigualdade é algo que causa muitos problemas na sociedade e um dos problemas é a violência, compreender esse efeito da DESIGUALDADE a violência, mas a desigualdade se combate com o uso da força da polícia.

Outro  causa da violência além da desigualdade social, é a impunidade, essa é outra analise importante sobre os diversos motivos que possibilitam a impunidade na sociedade.



Fonte: http://www.dicio.com.br/desigualdade/

sábado, 5 de outubro de 2013

ANALISE CRÍTICA DO PARTIDO SOCIALIMO E LIBERDADE DE BLUMENAU 2012 ALIANÇA COM PSTU


Hugo Voigt estudante de História da FURB atual presidente do PSOL de Blumenau - SC

Analisando o partido no processo eleitoral em 2012, a partir dos olhares de Hugo Voigt atual presidente do Partido Socialismo e Liberdade. A importância da participação no processo eleitoral em pontos positivos e negativos. Possibilitando avanços futuros a partir do aprendizados sobre os nossos desafios em Blumenau.

Divisão em três analises, a primeira analise sobre a ação, a segunda analise uma crítica e a terceira analise um conclusão sobre a participação do partido no processo eleitoral municipal em Blumenau.

1º Da ação do partido em 2012:



2º Da crítica da ação do partido:

POSITIVO

O primeiro ponto positivo foi à participação do PSOL com candidato próprio 50 - Osni Valfredo Wagner no processo eleitoral em Blumenau, sendo um contra ponto aos outros três candidatos do PT, PSDB e PSD.

A participação nos debates do candidato 50 - Osni Valfredo Wagner e nos programas de rádio e Tv com um Jingol: “vote 50 a hora da virada chegou” foi um diferencial na cidade de Blumenau.

As pesquisas feitas pela Ric Record chegou a 7%, mas a estrutura humana e financeira não conseguiu manter esse percentual que poderia chegar em 15 mil votos tivemos um resultado de quase 3 mil votos.

NEGATIVO

Questões negativas como a falta de estrutura e recursos humanos e financeiro limitaram a campanha eleitoral do PSOL em Blumenau em espaços de debates, rádio e tv.

Ocorreu entendimentos equivocados do PSTU que fez uma nota pública contra Osni Valfredo Wagner em supostamente teria dito que Napoleão seria secretário do governo da Frente de Esquerda escrito pelo JSC. Esclarecendo Osni Valfredo Wagner disse que o então candidato Napoleão seria um ótimo secretário, em tom de piada, pois a única coisa que Napoleão fez em toda eleição é sorrir, sem proposta, em um discurso pronto.

A piada contribuiu para a imprensa conservadora e burguesa manipular os fatos e a falta de estrutura jurídica impossibilitou fazer o direito de resposta que é em 72 horas.

Esses desentendimentos e divergências aconteceram por falta de dialogo e impediu por sua vez o entendimento de questões que convergem para a esquerda. Infelizmente esses poucos militantes acabaram por apresentar somente questões de que Osni Valfredo Wagner como “erros” e não valorizaram as coisas positivas.

Tivemos problemas de agenda pois a maioria continuou a trabalhar, ficando para poucos as tarefas burocráticas, centralizando tarefas por falta de recurso humano, dinheiro e sem apoio do partido nas esferas estadual e nacional.

O problema de agenda talvez tenha sito um dos maiores problemas para a construção das ideologias que a frente de esquerda estava propondo em seu arcabouço teórico do plano de governo.

 

3º Da conclusão sobre o partido:

Analisando outros fatos do PSOL em outros municípios, mesmo com todas as dificuldades o partido conseguiu fazer uma aliança com o PSTU. A aliança exigida pelo PSTU de ficar com a majoritária ou proporcional, causando uma divisão entre o espaço do PSTU e o espaço PSOL, não tivemos propriamente uma aliança de fato, apenas de direito.

Apesar de todas as dificuldades essa pequena coligação fez surgir um fato novo na cidade de Blumenau que foi a Frente de Esquerda PSOL – PSTU: Blumenau para os trabalhadores! Na eleição de 2012.

 

PLANO DE GOVERNO

Em defesa dos direitos sociais como saúde, educação, habitação e transporte coletivo de qualidade. A tarifa zero foi um dos ponto fortes em que o candidato Osni Valfredo Wagner se destacou nos debates e entrevistas na eleição de 2012.

Concluímos que temos mais pontos positivos do que negativos, os pontos negativos na realidade são desafios que o PSOL e a esquerda em Blumenau tem para superar.

Devemos aprender com essas dificuldades da falta de estrutura, com mais planejamento e formação política. A falta de dialogo superar a partir da combinação de agendas possíveis e a crítica que seja construtiva.

 


Hugo Voigt

Presidente do PSOL Blumenau

 

 

                                                          Blumenau, 30 de setembro de 2013.


Mais---> [PDF]

Proposta de governo - DivulgaCand

divulgacand2012.tse.jus.br/.../mostrarPropostaGoverno.action?sqCand...

50 - Osni Valfredo Wagner Marcos Roberto Bugmann. Prefeito vice ... *entre outros propósitos que estarão no projeto de cidade (Plano e Metas) - que norteiam.
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