sexta-feira, 18 de outubro de 2013

CRÍTICA ANARQUISTAS



       Ao patrimonialismo que favorece a elite oligárquica a se perpetuar nos governos burgueses. É preciso construir uma alternativa de rompimento com essa práxis conservadora liberal, os esquerdistas em geral no Brasil quando inicia um partido político tem uma prática anárquica e coloca-se como iguais aos operários e estudantes.
       Um partido de esquerda de verdade com o propósito de manter firme a força em torno das ideologias ANARQUISTAS! Devem manter as ideologias por décadas, as experiências da degeneração de partidos comunistas, socialistas, sociais democratas que só tem o nome, mas na prática não o são de esquerda, no máximo esquerdista.
       Fazem apologia as ideologias dos trabalhadores, como uma tática de um discurso estratégico, pois a estratégia é o poder e não a transformação da sociedade. É a práxis que temos que observar e avaliar sobre a atuação dos Anarquistas num eventual partido de esquerda com a finalidade de organização como partido político.
     Essa práxis libertadora precisa de pessoas coerentes e de luta, comprometidos com as causas dos excluídos da sociedade de fato. Constituir o partido dos ANARQUISTAS poderá até ter o apoio de anarquistas, mas isso não significa que os anarquistas irão se filiar, mas acredito que poderá avançar o debate das ideologias anarquistas e pela via institucional é possível que se tenha visibilidade e credibilidade.
      O enquadramento legal que implica formalizar um partido é complexo, mas ao mesmo tempo em que se tem esse complicador do regulatório e formal. Se ganha com a formalidade a confiança, o que não se pode é cair no patrimonialismo e querer reproduzir o modo de produção de dominadores e dominados.
 

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