
Ao patrimonialismo que
favorece a elite oligárquica a se perpetuar nos governos burgueses. É preciso
construir uma alternativa de rompimento com essa práxis conservadora liberal,
os esquerdistas em geral no Brasil quando inicia um partido político tem uma prática
anárquica e coloca-se como iguais aos operários e estudantes.
Um partido de
esquerda de verdade com o propósito de manter firme a força em torno das
ideologias ANARQUISTAS! Devem manter as ideologias por décadas, as experiências
da degeneração de partidos comunistas, socialistas, sociais democratas que só
tem o nome, mas na prática não o são de esquerda, no máximo esquerdista.
Fazem
apologia as ideologias dos trabalhadores, como uma tática de um discurso
estratégico, pois a estratégia é o poder e não a transformação da sociedade. É
a práxis que temos que observar e avaliar sobre a atuação dos Anarquistas num
eventual partido de esquerda com a finalidade de organização como partido
político.
Essa práxis libertadora precisa de pessoas coerentes e de luta,
comprometidos com as causas dos excluídos da sociedade de fato. Constituir o
partido dos ANARQUISTAS poderá até ter o apoio de anarquistas, mas isso não
significa que os anarquistas irão se filiar, mas acredito que poderá avançar o
debate das ideologias anarquistas e pela via institucional é possível que se
tenha visibilidade e credibilidade.
O enquadramento legal que implica
formalizar um partido é complexo, mas ao mesmo tempo em que se tem esse
complicador do regulatório e formal. Se ganha com a formalidade a confiança, o
que não se pode é cair no patrimonialismo e querer reproduzir o modo de
produção de dominadores e dominados.
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